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terça-feira, 28 de agosto de 2012

Clarinda Henriques

Esta abóbora Criada no meu quintal
não posso com ela Tem 20k e tal
Só levou água e estrume natural como no tempo dos meus avós
Vou guardá~la para o Natal Para os amigos e para as filhós


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Dona Clarinda Henriques.



A Natalícia, é assim que se chama a borre guinha que nasceu na noite de Natal, foi enviada ao mundo por um mensageiro de Deus para travar a crise.









A Natalícia, é assim que se chama a borre guinha que nasceu na noite de Natal, foi enviada ao mundo por um mensageiro de Deus para travar a crise.

sábado, 12 de março de 2011

Clarinda Henriques

Acabaram as festas de Natal e ano novo, agora vem aí o Carnaval que se aproxima a passos largos, e eu cá ando atarefada a preparar as fatiotas para alegrar a malta.
Todos os anos faço palhaçadas, mesmo que esteja doente consigo disfarçar a dor e animar as pessoas que estão mais desamparadas e tristes.
Cá em casa ninguém liga ao Carnaval, ignoram simplesmente com muita tristeza minha de modo que eu vou fazendo os meus entrudos à sucapa, para não criar mau ambiente.
Para mim sorrir e fazer rir os outros da-me muito prazer, posso dizer que é a coisa melhor do mundo para mim, é sorrir...alivia-me o stresse, a angústia, a tristeza, e para alegrar os que me rodeiam consigo fazer coisa que nem lembram ao diabo, talvez seja defeito meu, ou até um dom, enfim pensem o que quiserem de mim, mas só me sinto realizada a transmitir alegria e a divertir as outras pessoas, principalmente as pessoas que se encontram desanimadas com a vida, é aliciante ver um sorriso nos lábios desta gente para quem a vida não tem sentido, não há palavras para descrever esta sensaçaõ indescritivel! Eu consigo rir muito facilmente, é tão simples, e é um gesto que faz toda a diferença e nos ajuda a enfrentar os desafios de cada dia.Sorrir é muito saudável. Dá-nos vida e aviva quem recebe o nosso sorriso.
Mas voltando aos meus entrudos, já tenho alguns confeccionados, este ano estou a fazer os meus palhaços muito magrinhos e esquisófrénicos associados á crise que estamos a passar, a qual também ataca a palhaçada e eu que o diga..nenhum se segura em pé todos cheios de fraqueza...
Só visto estão que metem dó, amanhã vou fazer o Zé povinho, o fato vai ficar todo esfarrapado, e o cinto apertado até ao ultimo buraco, devido à fraqueza que tem passado nos ultimos tempos, estou apensar também fazer o Alberto João jardim, visto que ele também tem espirito carnavalesco, entre outros, que vou manter no anonimato.
Mesmo que fiquem mal feitos naõ faz mal, oque conta é a intenção de animar as pessoas e me divertir um pouco para esquecer as mágoas, afinal tristezas não pagam dívidas, e além disso é carnaval ninguém leva a mal.
Aqui vou colocar algumas imagens,. Com as quais brinquei no ano passado.
É hora de cair na folia para desanuviar. Haja muita alegria e curtição na melhor época do Ano! O Carnaval está a chegar, é hora de sair, dançar, cantar, brincar. Aproveitem a vida, Feliz Carnaval para todos.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Clarinda Henriques

I
Ainda hoje naõ consegui perceber
Porque chorei na barriga da minha mae
Certamente que não queria nascer
Será que como eu, há mais alguém?
II
A minha mae sempre contava
Quando a nossa família se reunia
Que teve 6 filhos coitada
E só eu chorei como por magia
III
É uma situação que ainda hoje me intriga
Acontece que não me consigo resignar
Vou-me interrogar toda a minha vida
Porque na barriga andei a chorar!
IV
E quando nasci, de chorar não parava
Não era por ter nascido
Secalhar já adivinhava
Que andava o mundo perdido!
IV
Por isso os versos que eu escrevo
Saem-me da palma da mao
A tinta sai-me dos olhos
E a pena do coraçaõ


Lembro-me muito bem da minha avó paterna dizer que eu tinha um dom especial, porque chorei muito na barriga da minha mae....
Não sei se seria um dom, mas gostaria de ser uma pessoa muito generosa e sábia,e usar esse meu dom para ajudar outras pessoas que me procurassem para resolver todos os problemas, assim seria verdadeiramente feliz, e sentirme-ia realizada.

Ah, assim valia a pena ter nascido, e ter chorado na barriga da mae!

sábado, 22 de janeiro de 2011

A BROA da Clarinda:



Nada melhor para iniciar o Ano que falar num alimento tão importante como o
pão. O pão um nome que todos nós pronunciamos diáriamente, e uma das primeiras palavras que aprendemos a dizer.
Reavivando as memórias de criança recordo que a minha mae cozia a broa todas as semanas, o processo iniciava-se na véspera, com a moagem de 1 saco de milho que eu levava à cabeça ao moinho, onde era transformado em farinha,o moleiro tirava a “maquia” era assim que se chamava , eu trazia o saco para casa.
À mistura de farinha e água quente era acrescentado o fermento, chamado de crescente, que era um pouco de massa guardada da anterior amassadura. Este fermento era indispensável à levedura da masas.Depois de preparada a massa , esta era aconchegada num dos cantos da masseira, depois era feita atradicional benção. A minha avó rezava assim:Em nome do pai e do filho e do espírito Santo,S,Vicente te acrescente, S. Mamede te levede, e S.João te faça pão.
Eu tento manter a tradiçaõ e cozo a broa muitas vezes, principalmente quando se reune a família cá em casa, todos gostam muito da minha broa, faço igualzinho à da minha mae já naõ preciso de ir ao moinho porque o padeiro traz-me a farinha já peneirada o que é muito mais prático, com respeito á benção, é óbvio que não perco tempo com essas crendices, e a broa mesmo sem rezas nem cruzes fica sempre muito boa e com o sabor de antigamente.
Aqui está a prova da verdade, bom apetite.

Matança do porco:

Na minha infância a criação de porcos estava muito enraizada, sendo determinante para o sustento das famílias que nesse tempo eram muito numerosas, praticamente não havia quem não o fizesse.
Geralmente eram comprados nas feiras mais próximas, ou aos porqueiros que andavam de terra em terra com uma camioneta carregada de suínos.A alimentação destes animais era constituida praticamente com restos de comida (chamada a lavagem) e produtos agrícolas tais como as batatas, couves, abóboras frutas e também bolotas que eram apanhadas debaixo dos sobreiros.
Conseguida a engorda combinava-se a matança (geralmente em Dezembro ou em Janeiro) um dia marcante para miúdos e graúdos).
Tudo se iniciava alguns dias antes quando íamos buscar molhos de carquejas que eram postas a secar para depois chamuscar o animal. Tinha que se convidar o matador mais alguns homens para ajudar a amarrar o porco ao banco onde ia ser sarificado. Morto o bicho o sangue era aproveitado para a confecção de morcelas, ou deixava-se colhar para mais tarde guizar o porco.De seguida era chamuscado com as respectivas carquejas que já se encontravam secas, e todo raspado com uma telha. Só depois é que era levado para uma loja e pendurado no chambaril (uma peça de madeira manualmente curvada)pelas patas trazeiras.Só entaõ era aberto, sendo retiradas as tripas para um alguidar, posteriormente eram eram lavadas com água corrente para serem utilizadas na confecção das chouriças. No dia seguinte o porco era desmanchado separando-se as diversas partes da carne. A gordura era transformada em banha numa panela de ferro, os lombos, o entrecosto e os presuntos eram postos na salgadeira, e assim serviam de alimento para a família durante o Ano.Os presuntos depois de salgados eram untados com colorau e azeite, e eram comidos só em datas especiais.
Na semana seguinte à matança a minha mãe com a ajuda da minha avó faziam o fumeiro; morcelas, moras, farinheiras e chouriços que eram secos no caniço e depois conservados em azeite, A matança
do porco era sempre um acontecimento social e festivo que, para além de ajudar a manter viva a tradição, dava de comer a toda a família até ao ano seguinte.Era criado nas nossas residências na loja.faziamos-lhe a cama todas as semanas, para aproveitar o estrume que servia para adubar as nossas terras de semEadura, pela Primavera. Era o únio adubo da ocasião, tudo curtidinho num monte durante o ano, aquilo que hoje chamam: Adubo Organico.
Era assim no meu tempo de criança à cerca de 40 anos! E nós, pobres , éramos felizes. E ricos sem
o sabermos!...

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Clarinda:Um bom Ano cheio de sucesso, alegria , felicidade, humor e amizade

Escusado será dizer que o blogs do nosso conterrâneo Carlos Coelho em 2010 se esforçou o máximo possível para todos nós recebermos notícias bem fresquinhas da nossa terra, ele está de parabéns pelo bom trabalho desempenhado que muito enaltece o seu carácter.
Está à vista de todos os seus fãs que o seu trabalho tem dado frutos que vamos todos colhendo com muito entusiasmo.
Creio que muitas novidades virão neste novo ano de 2011 que estamos a começar, pois a sua imaginação criativa não pára de crescer a cada dia que passa, bem haja, e que Deus o ilumine para que ele dê brilho às notícias da nossa terra.


Envio-lhe este cabaz com embrulhinhos de: doçura, amor, solidariedade, confraternização, ternura,esperança, saudade.amizade,felicidade,e muitos bombons, para ele adoçar os dia de todos os castanheirenses.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Vic! Faz só um ano que acompanho seu blog, mas já virou rotina e lhe digo que mudou minha vida. Ficou muito mais colorida em todos os sentidos! Muito

Vic! Faz só um ano que acompanho seu blog, mas já virou rotina e lhe digo que mudou minha vida. Ficou muito mais colorida em todos os sentidos! Muito obrigada! Tenha uma excelente passagem de ano e desejo um ano de 2011 cheio de amor e mais sucesso!

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Desejo-lhes um Ano com saúde paz e amor - Clarinda

Esta quadra é de louvar
Já diziam os antigos!
Na cadeia e no hospital
Se conhecem os amigos!
II
Encontro-me internada
Sei que muito vou sofrer!
Sinto-me muito debilitada
Mas a esperança é a ultima a morrer!
III
Desde que entrei neste hospital
O destino assim o quis!
Tenho muitas visitas
O que me deixa feliz!
IV
Facilmente faço amizades
A verdade tenho que dizer!
Mas quando tenho dificuldades
Os amigos vêem a correr!
V
Todos me vêem dar conforto
Disso eu tenho a certeza!
Vale mais ter bons amigos
Do que uma grande riqueza!
VI
Todos os COLEGAS E FORMADORES
Me deram apoio e muito carinho!
Para eles vão meus louvores
Deus ilumine o seu caminho!
VII!
Não sei se vou sobreviver
Sei que Deus está a meu lado!
Não me deixo esmorecer
A fé é meio caminho andado!
VIII
Não adianta a ganância
Egoísmo até à loucura!
Os bens não têm importância
Quando a doença não tem cura
IX
Antes de estes versos terminar
Quero agradecer também!
A todos os profissionais deste hospital
Que sempre me trataram muito bem!
X
Só agora valorizo a vida
Aqui deixo o meu alerta
Vivam um dia de cada vez
Poque a morte está certa

Como eu sou!
Quero e tento sempre ter um sorriso estampado em meu rosto, mesmo que a situação naõ seja muito alegre e que esse meu sorriso consiga transmitir paz e amor a todas as pessoas que estiverem ao meu lado, mesmo nas horas mais dificeis.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim, mem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante para mim é saber que eu em algum momento fui insubstituivel..e que esse momento será inesquecível.
Só quero que esse momento seja valorizado.Quero poder acreditar que mesmo se eu fracassar, amanha será outro dia, e se eu não desistir dos meus objectivos talvez obtenha êxito junto das pessoas amigas e junto com elas consigamos entrar no novo ano 2011 de mãos dadas alcançando assim a paz e o amor porque tanto ansiamos.
Feliz Ano novo para todos vós.

E para o nosso amigo Carlos Coelho
--------------------------------Que o ano novo lhe traga muitas alegrias!
-------------------------------E poder continuar a mandar
------------------------------Notícias todos os dias!

Clarinda Henriques:

O PORQUÊ DA POESIA!
I
Todos querem saber
A poesia é o quê?
E com tanto mal no Mundo
Escrevemo-la porquê?

II
Não é bicho-de-sete-cabeças
Como gostam de lhe chamar
É um texto muito risonho
Que adora sempre rimar.

III
Não é preciso ser o super-homem
Nem sequer matar um dragão
Para escrever uma poesia
Basta abrir o coração
E puxar pela imaginação
IV
Uma pequena poesia
Escrita num papel liso
Lembra uma ave adormecida
Entre o mundo e o Paraíso
V
A poesia não se aprende
Nem se ensina a ninguém
Não s e compra nem se vende
Começa na barriga da Mãe!

Quem se lembra do aerograma?

Mais pequeno que uma folha A4, escrevia-se e dobrava-se sobre si mesmo, fazendo que não fosse necessário envelope.
Era uma carta de saudade, de desabafos, de esperança, de despedida. Era uma carta de amor!
Foram milhões os aerogramas que os militares escreveram aos seus familiares, amigos, namoradas e esposas, essa finíssima folha que o Serviço Postal Militar se encarregava de transportar a preços muito reduzidos.
Para devorar os tempos mortos inventaram-se as “Madrinhas de Guerra” que viriam a ter importância fundamental no passar dos dias. Trocavam-se palavras de descoberta com alguém que nem se conhecia e dessas palavras saíram frases de amor que o coração exigia e a mente desejava. Muitas resultaram em matrimónio, outras em duradouras amizades e outras ainda, em remotas recordações que o tempo se encarregou de fazer esquecer.
Muitos aerogramas eu escrevi em reposta aos que me vinham chegando. Só não escrevia quem não queria. O custo era o preço dum sorriso e eu adoro sorrir.
O aerograma foi a grama que pesou quilos, toneladas, quintais, no despertar das consciências que a juventude abalou
Não fui namorada de nenhum militar no Ultramar, mas para lá estava virado o meu olhar sabendo que grande parte dos meus COLEGAS DE ESCOLA para aí tinha rumado, empurrados pelo destino de quem foi obrigado a defender os velhos mundos dum mundo novo.
Aerograma - a folha que cheirava a regresso!

Clarinda Henriques:

Sempre pensei que as desgraças só acontecem aos outros e, qual não foi o meu espanto quando o meu médico me disse que eu tinha cancro, pedi socorro a Deus para que ele me conduzisse da maneira que ele desejasse.
Confesso que fiquei atordoada e muito abatida, à partida sabia que a minha vida ia dar uma volta de 180graus, mas sempre me disponibilizei com coragem a fazer todos os exames que me foram impostos, sempre com um sorriso nos lábios. Depois de muitos exames, análises, toques de anestesia, incluindo a ressonância magnética para detectar o local exacto do tumor, segui então para a cirurgia.
E no dia 7 DEZEMBRO de 2010 lá vou eu para o hospital com a mala na mão e o coração amargurado, mas com muita fé em Deus.
Nem tudo correu bem, passei horas muito difíceis e angustiantes, tentando sempre disfarçar a dor perante todas as minhas visitas, foram 4 semanas de sofrimento que jamais esquecerei.
Depois desta minha experiência aconselho todas as mulheres que se vejam confrontadas com esta situação a serem fortes e não se deixarem abater pelo desânimo, não esqueçam que a fé ´
É meio caminho andado, confiem sempre no Senhor ele nunca nos abandonará.
Aprendi através da dor e da alegria, e do amor..... Se chorei, ou se sorri o importante é que sobrevivi, por incrível que pareça estou curada, embora ainda tenha uma longa caminha pela frente, mas a esperança é a ultima a morrer...
Obrigada meu Deus pela coragem que sempre me deste.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

um bom Natal e um feliz Ano Novo são os votos sinceros da amiga.CLARINHA

Carta ao menino Jesus:

Podia até escrever uma carta muito mais bonita, com luzes, com duendes, brilhantes, e com os reis Magos, ou ainda toda em versos e poesias como é meu apanágio, até com um cenário bonito de renas a puxarem o pai Natal, pois estamos em época propícia a tais histórias.Mas naõ estou aqui para fazer uma carta bem diferente, naõ quero pedir prendas, nem fantasias, nem guloseimas que naõ valem nada, e até porque já não tenho idade para isso. Este ano 2010
quero apenas agradecer o ano a que tive direito, pois o anterior foi dos piores da minha vida, vi-me confrontada com um grave problema de saúde, do qual eu pensei naõ resistir, mas felizmente estou aqui, e depois deste arranhaõ por que passei dou mais valor à vida, e tento viver um dia de cada vez.
Depois disto muitas coisas mudaram na minha vida, umas que alterei, outras que vieram por acréscimo, perdi o meu paizinho é verdade,mas foi Deus que lhe pegou pela mão e asim lhe aliviou o sofrimento.Sempre que posso vou ao cemitério falo com ele ,e assim sinto-me mais tranquila, e peço a Deus que ilumine a sua alma.
Agora claro quero pedir muito mais, não peço dinheiro, pois esse não traz nada, ajuda é verdade, mas não é de facto o essencial para a nossa felicidade, assim e acho eu é muito mais importante a saúde e a paz.
Com respeito ao Natal é cada vez mais uma época de grande consumismo, eu sou contra isso acho que é uma afronta à pobreza, este ano não quero prendas e naõ dou prendas a ninguém, dou muito mais valor à união entre as famílias com uma ceia modesta sem exageros supérfulos.
Então quero pedir ao menino Jesus que o Natal seja todos os dias e todo o ano, e em todo o mundo haja muito calor humano.

Meu Jesus

Obrigada pelos amigos e pela vida
Pela família, pelas crianças e por tudo!
Por me trazeres do tunel perdida
Em busca da Paz para o mundo!

II
Obrigado Jesus:

Por ter amor, quando tantos vivem com ódio na terra
Por ser feliz, quando tantos choram na solidão
Por eu ter paz, quando tantos vivem na guerra
E por na minha mesa nunca faltar o pão!


Desejo a todos os castanheirenses um feliz Natal, e um Bom Ano, o Natal devia ser todos os dias e todo o Ano e entre nós haver muito calor Humano

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Parece mentira,mas aconteceu cá na Castanheira.

Parece mentira,mas aconteceu cá na Castanheira.

Neve.


Foi pena eu estar doente e não poder rebolar e fazer bonecos


fernando manuel henriques fernandes disse...
D. Clarinda continua a mostar o seus dotes de ""artesã"", primeiro o pão caseiro, agora a arte na neve, não contando c/ a poesia. continue.
15 de janeiro de 2010 07:01
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