quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
JS CastanheiradePera
No próximo dia 15 de Dezembro pelas 16h, a Comissão Política da Federação Distrital de Leria da JS, no âmbito do Dia da Federação irá no auditório do Centro Paroquial promover um colóquio.Pelas 20h do mesmo dia, jantar de Natal e festa com música ao vivo no Fórum Restaurante em Castanheira de pera.Cumprimentos
Federação JS Leiria em Castanheira de Pera
56 minutos atrás por JSCastanheiradePera ... no âmbito do Dia da Federação irá no auditório do Centro Paroquial promover um colóquio. Pelas 20h do mesmo dia, jantar de Natal e festa com música ao vivo no Fórum Restaurante em Castanheira de pera. Cumprimentos.Juventude Socialista de Castanheira de Pera - http://jscastanheiradepera.blogspot.com/
APELO DO NOSSO AMIGO E GRANDE CASTANHEIRENSE CARLOS COELHO
O melhor Comandante dos Bombeiros de todos os tempos:
Dr. Ernesto Marreca David
2 (14%)
João Coutinho
8 (57%)
Cursino Coutinho
2 (14%)
Bebiano Rosinha
2 (14%)
Os meus sinceros parabéns, Carlos Coelho.
AMIGO SALVADOR , PARABÉNS!COM QUE ENTÃO CAIU NA ASNEIRA
DE FAZER NA SEXTA FEIRA 82 ANOS! QUE TOLO!
AINDA SE OS DESFIZESSE...MAS FAZÊ-LOS NÃO PARECE
DE QUEM TEM MUITO MIOLO.
NÃO SEI QUEM FOI QUE ME DISSE QUE FEZ A MESMA TOLICE
AQUI NO ANO PASSADO E NESTE QUE VEM APOSTO
QUE LHE TOMOU O GOSTO E...FAZ O MESMO COITADO!
MAS ANOS? NÃO CAIA NESSA! OLHE QUE A GENTE COMEÇA E ÀS VEZES POR BRINCADEIRA
E DEPOIS SE SE HABITUA JÁ NÃO TEM VONTADE SUA E FÁ-LOS QUER OU NÃO QUEIRA.
.../...
UM POETA ESCREVEU(AUGUSTO GIL?)
UM ABRAÇO
eurico sampaio
Nome Skype: salvador2884Nome Completo: Salvador da Silva TomazHumor: Nada pode destruir a felicidade do homem otimista e alegre!!!!!Data de nascimento: domingo, 13 de dezembro de 1925Idade: Tenho apenas 82Sexo: MasculinoIdioma: PortugueseLocal: Petrópolis, Rio de Janeiro, BrasilTel. Residencial: (24) 2242 2367Celular: +5524) 9257 9796Amigos: 42
Obrigado pelo seus parabéns aos meus 82. Até aqui eu cheguei, mas gostaria fazer também os 83, 84, 85, 86 etc. etc. porém com saúde e boa memória. Mas Deus é quem determina o que irá acontecer . . . . Vamos aguardar, Deus é meu, amigo.
A seguir vai a cópia de uma mensagem recebida de meu primo Fernando, que gostaria fosse colocada no seu Blog.
Meu abraço , extensivo aos nossos companheiros da Capernet .
SALVADOR
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[13:45:16] FERNANDO MANUEL HENRIQUES FERNANDES diz :Corria o ano de 1925. Ali para a Beira Interior, numa aldeia chamada de Sarzedas do Vasco, um jovem casal ele de nome Vitorino e sua esposa Dialina, esperavam o seu primeiro filho. Deve ter sido c/ imensa alegria que viram surgir uma criança de sexo masculino a que chamaram de Salvador, este nome talvez para preservar na família o nome do avô paterno. As dificuldades económicas da época deviam ser muitas, nas isso não impediu que viessem a surgir novos nascimentos para alegria do lar. Isto tudo para dizer, que o menino da altura Salvador cresceu, foi orientando a sua vida da melhor maneira que sabia e que podia e atingiu hoje a bonita idade de 82 anos. Primo Salvador, não sei se ainda hoje me será possível contactar consigo para lhe expressar os meus sinceros parabéns pela linda soma alcançada. Desejo que esteja a passar um dia feliz, e que este dia se repita para si da mesma maneira durante muitos anos, sobretudo c/ muita saúde. Um grande abraço. Primo Fernando
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Obrigado Primo Fernando pelos seus parabéns e principalmente pela linda dedicatória a respeito da minha vida. Desejo também tudo de bom para vc e família
Meu abraço do primo,
SALVADOR
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Feliz Natal - Castanheira de Pera
Com votos sinceros VOTOS de UM BOM NATAL para TODO O MUNDO, COM SAUDE,EM PAZ, ALEGRIA, E AMOR E QUE 2008 SEJA TAMBÉM NO MESMO ESPIRTO VIVIDO E ABENÇOADO.vem vai colocar as fotos é o nosso confrade Carlos Coelho e então estou relendo o que escrevo para não cair em algum erro de palmatória.As fotos são pela ordem numérica as seguintes legendas. Junta da Freguesia de Castanheira de Pera (as primeiras 3a 4ª é a nossa arvore de natal, natural e com a altura de 21 metros.A ultima é a nossa Igreja Matriz de S.Domingos nosso padroeiro.Com votos sinceros VOTOS de UM BOM NATAL para TODO O MUNDO, COM SAÚDE,EM PAZ, ALEGRIA, E AMOR E QUE 2008 SEJA TAMBÉM NO MESMO ESPIRITO VIVIDO E ABENÇOADO.vem vai colocar as fotos é o nosso confrade Carlos Coelho e então estou relendo o que escrevo para não cair em algum erro de palmatória.As fotos são pela ordem numérica as seguintes legendas. Junta da Freguesia de Castanheira de Pera (as primeiras 3a 4ª é a nossa arvore natal, natural e com a altura de 21 metros.A ultima é a nossa Igreja Matriz de S.Domingos nosso padroeiro.
Taça Distrital
1 hora atrás por JMalho Castanheira de Pera - Pedroguense. Pelariga - Figueiró dos Vinhos. Moita do Boi - Guiense. Marrazes - Bidoeirense. Zona Sul:. Pataiense - Pilado. Alqueidão da Serra - Nadadouro. Gaeirense - Nazarenos. Batalha - SL Marinha * ...Arcuda - http://arcuda.blogspot.com/
Para brincar um pouco.
Para brincar um pouco.
ENTRE NA PÁGINA MARCADA,
1° acomode as figuras no presépio e em toda a tela.
2° quando estiver tudo pronto aperte onde diz animação
e veja o que acontece!!!
http://www.croire.bayardweb.com/croire/creche/Creche.htm
Comandante: Bebiano Antunes Rosinha

Jornal O Castanheirense - Acontecimentos - 11 dez.
Comandante dos Bombeiros Voluntários de Castanheira de Pera desde 1986, Bebiano Antunes Rosinha é um dos principais responsáveis pelos bons resultados no ...www.cm-castanheiradepera.pt/ocastanheirense/1755/entrevista_bebiano_rosinha.htm - 13k - Em cache - Páginas Semelhantes - Anotar isso
Lendas de Castanheira de Pera
... CONCELHO DE CASTANHEIRA DE PÊRA Estas lendas foram copiadas da Monografia do Concelho de Castanheira de... view
.... E de toda esta lenda maravilhosa nasceu CASTANHEIRA DE PERA.... view
... dos perenses. Dados retirados da Monografia de Castanheira de Pêra de Kalidás Barreto Esperamos que volte... view
Texto copiado da Monografia do Concelho de Castanheira de Pêra de Kalidás Barreto Para ver umas... view
PERSONALIDADES NATURAIS DO CONCELHO DE CASTANHEIRA
...Visconde de Castanheira de Pêra) Nasceu a 27 de Julho de 1831 em Castanheira de Pêra e faleceu... view
... Castanheira de Pêra, aqui ladeando a sua esposa. in: Monografia do Concelho de Castanheira de Pêra.... view
... já desligado da chefia do Estado, visitou Castanheira de Pêra, em 1928, em romagem de saudade... view
Blog's e Jornais escrevendo sobre Castanheira de Pera.
Voltei a estar, com muita pena minha, muito tempo sem escrever. Infelizmente nem sempre é possível.Fica o resumo do meu Fim-de-Semana.Sexta foi a Tomada de Posse dos novos Corpos Gerentes do Orfeon Académico de Coimbra, como sempre houve festa de arromba. No sábado saí de Coimbra com destino à Castanheira de Pêra. Gostei muito dos dois dias que por lá passei, muito obrigado a quem tão bem me recebeu.
II Eliminatória da Taça Distrital de Leiria
12 horas atrás por Carlos Castanheira de Pera - Pedroguense Pelariga - Figueiró dos Vinhos Moita do Boi - Guiense Marrazes - Bidoeirense Zona Sul: Pataiense - Pilado Alqueidão da Serra - Nadadouro Gaeirense - Nazarenos Batalha - SL Marinha * ...Futebol Caldense - http://futebolcaldense.blogspot.com/
MONDRAKER BIKE PARK EN PORTUGAL
14 horas atrás por Javi ACCESO DESDE BADAJOZ: Viniendo del Sur por la A1, salir en Pombal, entrar en la IC8 con dirección a Castelo Branco hasta el desvío de Castanheira de Pêra, siguiendo después por la EN 236 en dirección a Coentral. ...Al otro lado - http://alotrolado-mtb.blogspot.com/
Hoje apetece-me... resumir, Voltei a estar, com muita pena minha ...
19 horas atrás por Nuno Sequeira Fica o resumo do meu Fim-de-Semana. Sexta foi a Tomada de Posse dos novos Corpos Gerentes do Orfeon Académico de Coimbra, como sempre houve festa de arromba. No sábado saí de Coimbra com destino à Castanheira de Pêra. ...Sem título - http://hojeapetece-me.blogspot.com/
CONSULTOR EDMUNDO um breve restabelecimento
Noticia ( colocar blog )
De:
Edmundo Marchi Filho (ed_marchi@uol.com.br)
Você pode não conhecer este remetente.Marcar como confiávelMarcar como não confiável
Enviada:
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007 13:55:30
Para:
Carlos Coelho (carloscoelhooo@hotmail.com)
Oi CARLOS
Bommmmmmmm diaaaaaaaa
Por favor veja se coloca no seu BLOG a noticia ( umas 2 vezes alternadas ) :
Continuamos desejando ao nosso querido CONSULTOR EDMUNDO um breve restabelecimento . Que continue pacientemente por mais esses 45 dias um belo e merecido repouso na maravilhosa região SERRANA do Rio de Janeiro entre Petropolis e Nova Friburgo onde o clima é maravilhoso e que em fins de janeiro já no ano novo de 2008 retorne as suas atividades normais .
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Catedral Nova de Fátima
Igreja da Santíssima Trindade - Fátima
Contagem decrescente para a inauguração da nova igreja da Santíssima Trindade, em Fátima, que terá lugar no próximo dia 12 de Outubro ...www.ecclesia.pt/fatima07/ - 18k - Em cache - Páginas Semelhantes
Fátima - Igreja da Santíssima Trindade Photo Gallery by Dias dos ...
Igreja da Santíssima Trindade Igreja da Santíssima Trindade, Vista Nocturna da Nova Igreja de Fátima Vista Nocturna da Nova Igreja de Fátima ...www.pbase.com/diasdosreis/fatima_nova_igreja - 18k - Em cache - Páginas Semelhantes
Feliz Natal
Castanheira de Pêra regressou às vitórias
Fonte: O Derbie
Publicado ontem às 11 horas
A Castanheira de Pêra regressou às vitórias, ao vencer a U.Matamourisquense por 4-1, numa vitória que se ajusta, mas por números exagerados. A partida iniciou-se com muito equilíbrio, mas um auto-golo de Escalhorda, terminou com o equilíbrio e deu vantagem ao conjunto de José Inglês.
Higiene sim, fundamentalismo não.. Petição
----- Mensagem encaminhada ----De: antonio carreira
Higiene sim, fundamentalismo não.. Onde é que ficam os caracois, as moelas e a bela patanisca???Assinem esta petição, por favor. Para acabar de vez com a palhaçadahttp://www.petitiononline.com/naoasae/petition.html Um abraço
To Mané
Comandante: Bebiano Antunes Rosinha
Comandante dos Bombeiros Voluntários de Castanheira de Pera desde 1986, Bebiano Antunes Rosinha é um dos principais responsáveis pelos bons resultados no ...www.cm-castanheiradepera.pt/ocastanheirense/1755/entrevista_bebiano_rosinha.htm - 13k - Em cache - Páginas Semelhantes - Anotar isso
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
24ª Meia Maratona da Marinha Grande
----- Mensagem encaminhada ----De: eurico sampaio castanheiradepera@msn.comEnviadas: Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007 19:05:58Assunto:
Na 24ª Meia Maratona da Marinha Grande em que os atletas Castanheirense participarão em representação da Casa do Povo de Castanheira de Pera.
Eis as classificações:
Veteranos II Carlos Raposo 20ª com 1H 30' 04"
Juniores Victor Silva 3º
Juvenis Svetoslav 2º com 10' 44" Nuno Pimentel 6º
Edgar Antunes 10º
Um abraço
eurico sampaio
A RADIO 94 FM APRESENTA
Para: Carlos Coelho
Enviadas: Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007 10:21:29
Assunto: NOVO VIDEO DA RADIO 94 FM - ESTA É A MINHA RADIO
A RADIO 94 FM APRESENTA
"ESTA É A MINHA RADIO" - VIDEO
A Radio 94 FM pegou numa das mÚsicas do momento: "Pequeno T2", do Ricardo Azevedo, para fazer uma canção de Natal
dedicada a todos os ouvintes, clientes e amigos: Tenham um feliz Natal e um super ano novo de 2008.
http://www.youtube.com/RADIO94FM
94.0 FM CENTRO
94.2 FM OESTE
http://www.radio94fm.pt
PORTUGAL
Para remover o seu e-mail, devolva-nos uma mensagem para geral@radio94fm.pt com a palavra "REMOVER" na linha de assunto.If want to be removed from the list please send us a message to geral@radio94fm.pt with the word "REMOVE" in subject
Você recebeu um vídeo de 0eurico.
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2-Lenita Gentil,canta o'castiço fado',"Maria Madalena".
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ser benfiquista é ser feliz
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Sara Montiel canta 'El Relicario' (Oliveros/Castellvi/Padilla), en la película 'El Último Cuplé' (1957) de Juan de Orduña.
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Descrição do vídeo
Ivon Curi canta no filme "Depois eu Conto", de José Carlos Burle & Watson Macedo, de 1956. Na cena ainda estão Dercy Gonçalves e Eliana Macedo.http://bossa-brasileira.blogspot.com/
Blog's e Jornais escrevendo sobre Castanheira de Pera.
8 horas atrás por O Observador Castanheira de Pêra 1º Ciclo ou inferior:41,3% Secundário Completo:15,2% Ensino Superior:5,3%. Figueiró dos Vinhos 1º Ciclo ou inferior:39,9% Secundário Completo: 18,4% Ensino Superior:5,3%. Pedrógão Grande 1º Ciclo ou inferior:33,4% ...TERTÚLIAdoPINHAL - http://tertuliadopinhal.blogspot.com/
domingo, 9 de dezembro de 2007
É verdade
Um abraço Fernando Fernandes
Membro da CAPER-NET -Castanheirense de origem, não mais vai esquecer o seu concelho e a terra que o viu nascer.
Rafael Sperafico morre em acidente na Stock Car em Interlagos
FELIZ NATAL E UM 2008 REPLETO DE FELICIDADE'S PARA VOCÊ MEU AMIGO E MINHA AMIGA.
Salvador
Foi-lhe enviada uma (14) imagem.
----- Mensagem encaminhada ----De: Jorge Correia
Assunto: uma imagem para si (Blog)
Foi-lhe enviada (14) uma imagem.
Aqui "nasceram " os primeiros gelados (sorvetes) portugueses em finais de 1700 - Coentral , Castanheira de Pera

First Portuguese icecream factory ( near year 1700 )Aqui "nasceram " os primeiros gelados portugueses em finais de 1700 - Coentral , Castanheira de Pera" Os Neveiros são poços de construção tosca e redondos no seu interior. Utilizando escadas de mão, os homens desciam ao fundo destes poços e à medida que neles iam sendo despejadas as cestas com neve iam calcando esta com pesados maços de madeira que empunhavam vigorosamente, à maneira dos calceteiros de hoje.Empedernida, coberta depois de palha e fetos, a neve conservava-se nesses amplos reservatórios, até ao Verão – sem que uma réstia de Sol lhe pudesse chegarQuando chegava o tempo quente, a neve era cortada e seguia em grandes blocos para Lisboa. O transporte era feito, numa primeira etapa, em ronceiros carros de bois.Em Miranda do Corvo fazia-se a primeira muda dos animais e depois os carros partiam para Constância onde, da via terrestre, se passava para a via fluvial até ao Terreiro do Paço onde eram feitos saborosos gelados para o Rei e sua corte, tão saborosos que os Lisboetas os procuravam, no Martinho da Arcada e outros cafés.”Fonte : Monografia de Castanheira de Pêra Blog's e Jornais escrevendo sobre Castanheira de Pera.
1 hora atrás por ansiaonews Ansião, Alvaiázere, Pombal, Castanheira de Pêra, Óbidos, Bombarral, Nazaré, Leiria e Peniche são os concelhos de origem das 14 candidaturas aprovadas. “O montante ultrapassou largamente as minhas expectativas, na medida em que o PARES I ...Ansião News - http://ansiaonews.blogs.sapo.pt/[ Mais resultados de Ansião News ]
My Lovers: Essenciais O Marido mais - que - perfeito O melhor ...
2 horas atrás A Ana Soares : D. O Tiago Simões. O Ricardo Terra @. A Luiza Terra @. A Catarina Terra @. A Ana Beatriz. O Tiago Sabugueiro. A Bruna Santos. A Sofia ( Castanheira de Pêra ). A Ana Rita Medeiros. A Rita Barradas. O Gonçalo Barradas ...Vsofia__ @ - http://vsofia93.spaces.live.com/
in Monografia de Castanheira de Pêra)
A lista de condecorados inclui também o ex-ministro da Justiça Menéres Pimentel, o fundador da Intersindical (CGTP) Luís Kalidás Barreto, o ex-ministro dos ...dossiers.publico.pt/noticia.aspx?idCanal=1290&id=1192125 - 50k - Em cache - Páginas Semelhantes
First Portuguese icecream factory ( near year 1700 )Aqui "nasceram " os primeiros gelados portugueses em finais de 1700 - Coentral , Castanheira de Pera" Os Neveiros são poços de construção tosca e redondos no seu interior. Utilizando escadas de mão, os homens desciam ao fundo destes poços e à medida que neles iam sendo despejadas as cestas com neve iam calcando esta com pesados maços de madeira que empunhavam vigorosamente, à maneira dos calceteiros de hoje.Empedernida, coberta depois de palha e fetos, a neve conservava-se nesses amplos reservatórios, até ao Verão – sem que uma réstia de Sol lhe pudesse chegarQuando chegava o tempo quente, a neve era cortada e seguia em grandes blocos para Lisboa. O transporte era feito, numa primeira etapa, em ronceiros carros de bois.Em Miranda do Corvo fazia-se a primeira muda dos animais e depois os carros partiam para Constância onde, da via terrestre, se passava para a via fluvial até ao Terreiro do Paço onde eram feitos saborosos gelados para o Rei e sua corte, tão saborosos que os Lisboetas os procuravam, no Martinho da Arcada e outros cafés.”Fonte : Monografia de Castanheira de Pêra

Sítios Pitorescos
Toda a freguesia do concelho do Coentral é dum pitoresco fora do comum, sendo um cartaz turístico natural que apenas necessita das necessárias infra-estruturas para se transformar num grande pólo de atracção.
Subindo ao pico do Trevim, ponto mais alto da linda serra, pode-se dominar e gozar um dos mais surpreendentes panoramas que é dado ver a olhos humanos! A vista abrange quase todo o centro do país. Para lá se chegar há uma estrada florestal que entronca na estrada Coimbra-Lousã-Castanheira e vai terminar precisamente no pitoresco local do Santo António da Neve, onde não faltam sombras, boa água e os célebres Poços de Neve, onde esta era conservada para, durante o ano, ser retirada para fornecimento da corte. O transporte era feito até à Praia da Barquinha em carros de bois, seguindo dali em barcos até à Capital. Perto, fica-lhe o Coentral Grande, uma das freguesias de Castanheira de Pêra a que a Capela de Santo António da Neve pertence. Na descida para a Castanheira, quem vier da Lousã, encontrará o Miradouro do Cabeço do Pião do qual se domina uma boa parte da Beira Baixa.
No Coentral encontrará a água mais fresca da serra na Fonte das Bicas, onde há um acolhedor Parque de Merendas, ou frondosos castanheiros que o acolherão à sua refrescante sombra. Poderá ainda visitar a nascente da Ribeira de Pêra que impulsionou toda a indústria de lanifícios que tornou célebre o concelho de Castanheira de Pêra.
Santo António da Neve
A Capela
No antigo Cabeço do Pereiro ergue-se uma capela em honra de Santo António e porque foi mandada construir por Julião Pereira de Castro, neveiro-mor da casa Real, passou o local a designar-se por Santo António da Neve. Esta capela tem a seguinte inscrição:
“Esta capela do glorioso Santo António de Lisboa a mandou fazer Julião Pereira de Castro reposteiro do nosso reino da câmara de sua Majestade e neveiro de sua Real casa em terra sua ano 1786.”
A licença do Bispo D. Miguel de Anunciação tem data de 6 de Maio de 1778 o que nos leva a concluir que demorou oito anos (1794) para ser benzida.
O Bispo concede licença porque Julião Pereira de Castro emprega muita gente na expedição da neve ocupando nessa tarefa os domingos e dias Santos e porque ir ouvir Missa à Igreja do Coentral era um incómodo considerável e não cumprir com os preceitos era gravíssimo prejuízo para as suas almas.
Esta capela andou nas mãos de particulares durante muitos anos até que em 1954 foi adquirida pela Câmara da Presidência do Dr. Marreca David e ficou pertença da Junta de Freguesia do Coentral.
Os Poços da Neve e o Ofício do Neveiro
Segundo um trabalho do Dr. Herlander Machado, os poços da neve são seguramente mais antigos do que a capela. Admite-se mesmo que sejam muito anteriores a Julião pereira de castro no ofício de que só há notícia devidamente documentada a partir de 1757 em alvará de D. José também assinado pelo Marquês de Pombal.
“Dos sete poços construídos somente restam três que pela sua raridade foram considerados imóveis de interesse público.
Estes três poços de construção tosca são redondos no seu interior; todavia dois são octogonais no seu exterior e um é circular. Estão cobertos por abóbadas de pedra em forma de sino achatado e todo o conjunto foi edificado com a pedra negra da região. “Cada poço tem uma só porta, estreita, virada para nascente, como para evitar que, quando o Sol é mais forte, possa entrar pela estreita porta e derreter a neve ali guardada.”
Utilizando escadas de mão, feitas em tosca madeira, os homens desciam ao fundo destes poços – que então tinham uma profundidade superior a uma dezena de metros – e à medida que neles iam sendo despejadas as cestas com neve iam calcando esta com pesados maços de madeira que empunhavam vigorosamente, à maneira dos calceteiros de hoje.
Empedernida, isolada entre os paredões alisados pelo estuque, coberta depois de palha e fetos, a neve conservava-se nesses amplos reservatórios, até ao Verão – sem que uma réstia de Sol lhe pudesse chegar.
À jorna, eram contratadas mulheres e rapazio do Coentral e de outras aldeias vizinhas. É o caso dos Poborais, onde Julião Pereira de Castro, segundo ele próprio escreveu no Coentral, nomeou, em 1769, “Simão Duarte e José Duarte(...) para irem ajuntar neve à Real Fábrica que se acha no Cabeço do Pereiro, Serra da Lousã, e para esses avisarem os mais do lugar do Coentral para acudirem a ajuntá-la, por ficarem os ditos à vista da serra e verem quando cai a dita neve como também para irem ver a miúdo não haja algum prejuízo na dita fábrica causado pelos pastores ou pessoas que passem, que não quebrem telhas dos telhados ou de outro qualquer prejuízo para logo que suceda se prover de remédio e para o que lhe concedo todos os meus poderes que neste alvará que são concedidos para sua Majestade, para que em meu nome possam requerer a todos os Ministros e Oficiais de Justiça e Guerra ou Fazenda, tudo o que preciso for para a boa conservação da neve da dita fábrica.
Embora de âmbito regional, este documento a que o Neveiro denominou de alvará bem reflecte os termos que, à escala nacional, eram usados nos alvarás régios da concessão de privilégios e protecções aos contratadores da neve.
Entretanto para reforços da produção, as enxadas iam rasgando as ALAGOAS que eram, afinal uns largos tabuleiros artificiais onde as águas das chuvas ficavam empoçadas para depois vir a transformar-se em gelo.
Ainda hoje se podem localizar algumas dessas Alagoas, por entre lousas quebradiças e urzes rasteiras. Mas a maior parte delas desapareceu quando, em 1971, foi ali construída a pista de aviões para se acudir aos incêndios da floresta.
Iremos agora dar uma breve descrição do escoamento e consumo.Quando chegava o tempo quente, a neve era cortada e seguia em grandes blocos para Lisboa. O transporte era feito, numa primeira etapa, em ronceiros carros de bois.
Apenas três ou quatro desses grandes blocos podiam ser carregados nessas robustas carroças e eram cuidadosamente envolvidos em palha, em fetos, mesmo em serapilheiras ou, ainda, metidos em caixotes.
Mas, mesmo assim, diz o testemunho oral que muita neve se perdia pelo caminho percorrido através dos tortuosos carreiros da serra, quase penosamente.
Em Miranda do Corvo fazia-se a primeira muda dos animais e depois os carros partiam para Constância onde, da via terrestre, se passava para a via fluvial até ao Terreiro do Paço onde eram feitos saborosos gelados para o Rei e sua corte, tão saborosos que os Lisboetas os procuravam, no Martinho da Arcada e outros cafés.”
(in Monografia de Castanheira de Pêra)
de Kalidás Barreto
Fundação e História
O Coentral é uma povoação muito antiga, mesmo uma das mais antigas do nosso concelho, embora, tal como acontece com as restantes terras, não haja registos precisos da sua fundação. Era termo das terras de Pedrógão englobado na zona geográfica que Afonso Henriques doou a uns fidalgos, em 1135 e são dos coentrais dois dos 5 casais (João Eannes e Leonor Eannes, Luiz Eannes e Leonor Domingues) que apelam para o Rei (D. Afonso V) para fazer justiça ao seu povo sobre os baldios, em 1467.
O Coentral era então “uma aldeia perdida nas ravinas de profundo valeiro”, na vertente sul da serra da Lousã, “termo de Pedrógão, donde distaria 3 boas léguas, por caminhos insuportáveis, rodeados de precipícios, assombrados por densas matas, povoadas de lobos e javalis”.
Gente pobre que só vivia da criação de gado, sem outro convívio com qualquer espécies de civilização, mas com a coragem e determinação para fazer chegar a sua voz ao Rei, clamando justiça.
Em 1467 argumentavam os moradores dos Coentrais que já há cem anos, “e tanto tempo que a memória dos homens não era em contrário que os ditos pais, avós e bisavós por ali serem vizinhos sempre ali trouxeram os seus gados”, o que por não ser desmentido na célebre sentença, nos leva a concluir que já existiam os Coentrais há muito mais de cem anos antes. Fazendo as contas podemos admitir que o Coentral existirá pelos menos entre o século XIII e o século XIV.
Embora não se conheçam registos de fundação de freguesia ou da Igreja, há uma acta de 30 de Abril de 1721, escrita pelo pároco do Coentral, Manuel Barata de Andrade, em resposta a um questionário da Câmara Eclesiástica que informa:
“Nesta freguesia de Nossa Senhora da Nazaré do Coentral deste Bispado não há mais que a própria Igreja que haverá trinta anos que o povo fez, tendo sido freguesia de Castanheira donde se desanexou”.
É porém de admitir que já houvesse antes outra Igreja na aldeia, posto que no livro de registos de baptizados se diz no cabeçalho:
“Livro que há-de servir para assentarem os baptizados, casamentos e defuntos desta freguesia de Nossa Senhora da Nazaré dos Coentrais novamente erecta neste ano de 1691.”
Conhecendo-se a têmpera desta gente, como demonstra a presença de coentralenses em 1467 na reclamação a Afonso V e em 1502 aquando da fundação da freguesia de S. Domingos, tal hipótese não é de excluir.
É porém a partir de 1691 que Coentral é freguesia sem interrupção até aos nossos dias, sendo o primeiro livro de registos, guardado nos arquivos, datado de 1691, data coincidente com a informação do Pároco. Como se sabe, os registos paroquiais de baptizados e casamentos foram declarados obrigatórios por Decreto do Concílio de Trento, de 11/11/1563.
Por alvará de 15/9/1564, um ano depois, D. Sebastião (regência do Cardeal D. Henrique) consagra essa obrigação para Portugal.
Em 17/6/1614, Paulo V no “Ritual Romano”, acrescenta a obrigatoriedade do registo de defuntos.
O Coentral, tal como Castanheira, pertenceu à freguesia de Santa Maria de Pedrógão desde a sua fundação. De 1502 a 1691 à freguesia de S. Domingos da Castanheira.
Pertenceu ao concelho de Pedrógão Grande até 1914, altura em que com Castanheira fundou o concelho de Castanheira de Pêra.
De 7 de Setembro de 1895 a 13 de Janeiro de 1899 pertenceu ao concelho e comarca de Figueiró dos Vinhos quando o concelho e comarca de Pedrógão foram extintos.
(in Monografia de Castanheira de Pêra)
de Kalidás Barreto
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Dois amigos no BAR - RESTAURANTE FÓRUM, em Castanheira de Pera -




v\:* {}
v\:* {
}
Caros Amigos,
Ontem foi o nosso comum amigo Carlos Coelho que deixou a nossa conferência, afim de participar de um jantar de confraternização.
No próximo dia 13 é este vosso companheiro que estará ausente. Pelo anexo poderão ver o convite que recebi. Como Síndico e Vice-Presidente da entidade, (e também como aniversariante), irei participar desse acontecimento. A titulo de curiosidade: É na mesma churrascaria onde levei o nosso amigo To Mané.
Salvador
O melhor Restaurante de Castanheira de Pera:
Lagar do Lago4 (11%)4 (11%)
Praia das Rocas
0 (0%)
Albino Rosário Coelho
1 (2%)
Churrasqueira Castanheirense
0 (0%)
:: Fórum Café
11 (30%)
Staminet
1 (2%)
Europa
0 (0%)
O Gil ---Gama
12 (33%)
Poço Corga
6 (16%)
Brother’s Bar
0 (0%)
Bora Lá Caffé
1 (2%)
Café Snack-Bar Expresso
0 (0%)
Bar Chicote
0 (0%)
Pastelaria Antígona
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Pastelaria Esplanada Bar
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O Cortico
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Castanheira de Pera possui Rede Wireless
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Rede Wireless
Castanheira de Pera possui Rede Wireless desde Julho do corrente ano.Com a instalação desta rede, a Câmara Municipal visa, genericamente, potenciar a atractividade e a competitividade da vila de Castanheira de Pera, colocando-a em sintonia com a Sociedade da Informação e do Conhecimento; criar um ambiente favorável ao desenvolvimento e crescimento económico; promover o uso generalizado da Internet e combater a info-exclusão. [ Ler mais... ]
06-12-2007
Blog's, escrevendo sobre Castanheira de Pera.
Fotos com som de bons amigos do Portal. - Brasil
Fotos com som de bons amigos do Portal.
Felicidade total não existe.
Existe sim momentos felizes.
E quero agradecer aos amigos por terem dado um momento tão feliz.
O amigo, amigo
Carlos Coelho
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
2º jantar dos voluntários no centro paroquial de Castanheira de Pera
2º jantar dos voluntários no centro paroquial de Castanheira de Pera
Fotos com som
De:
Fernando José Rodrigues (fernando_j_rodrigues@hotmail.com)
Enviada:
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007 20:52:44
Para:
Carlos Coelho (carloscoelhooo@hotmail.com)
Agradeço e retribuo os votos de Feliz Natal e de um Bom Ano Novo. Fernando José Rodrigues
Re: Feliz Natal Vc. merece
De:
José Rodrigues (castpera@gmail.com)
Enviada:
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007 20:52:32
Para:
Carlos Coelho (carloscoelhooo@hotmail.com)
AGRADEÇO E RETRIBUO COM UM FORTE ABRAÇO DESTE SEU AMIGO
MÁRIO
Coentral
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Caminhada "Nas Quelhas da Neve"
A Trans Serrano – Formação & Serviços na Natureza, Lda organiza, dia 16 de Dezembro (domingo), uma caminhada “Nas Quelhas da Neve”.Caminhada que se desenvolve ao longo de impetuosas ribeiras de montanha, onde se cruzam granitos e xistos que acidentaram a paisagem, transformando-a num fraguedo quase inacessível.Este passeio inclui uma visita ao St. António da Neve (1058 m), onde se encontram os antigos neveiros reais. Os Carvalhos-alvarinhos e os Castanheiros destacam-se nesta região pela dimensão de alguns dos seus exemplares. [Ler Mais...]
06-12-2007
Castanheira de Pêra deslocou-se a Albergaria dos Doze para defrontar a equipa local.
Arcuda vence em casa
Fonte: O Eco de Pombal
Publicado há 9 horas
Aos 44’, Rui Valente tirou o guarda-redes da baliza, centrou e Tó-Zé rematou ao lado e na jogada seguinte foi Damásio que de fora da área, rematou para uma boa defesa de Pedro.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Já Podes ter a Tua Internet no teu Telemóvel
www.tmn.pt Já Podes ter a Tua Internet no teu Telemóvel. 1ª mensalidade grátis
Para os chatos, em pleno avião !
Para os chatos, em pleno avião !
Se está sentado ao lado de alguém realmente irritante num avião (ou comboio ou autocarro) :
1) Pegue discretamente no seu computador portátil e ligue-o.
2) Assegure-se que o tipo ( que não o deixa em paz ) pode ver bem o ecrã.
3) Feche os olhos, levante a cabeça e as mãos para o céu.
4) Depois abra este link :
Um resto de boa viagem!
Antonio Carreira no Brasil.
BRASIL 2007 18 fotos Clique
Itabirinha -Minas Gerais -Brasil- Mininas lindas!
Lapa - Rio de Janeiro - Brasil
Novo Slide Show no My Space
Assista e roa-se de inveja!
Em http://www.myspace.com/tomanecarreira
Um abraço
To Mané
Português, nascido em Lisboa no ano de 1956 e residente em Castanheira de Pera, no centro de Portugal. To Mané é a abreviatura dos meus dois primeiros nomes, e é assim que os amigos me tratam. Portuguese, born in Lisbon, in 1956. Actually living in Castanheira de Pera, a little but lovely town in the center of Portugal. To Mané is the short name for my two first names, and that’s how my friends call me.
Blog's e jornais escrevendo sobre Castanheira de Pera.
Fábio Roxo decide
Fonte: O Derbie
Publicado ontem às 20 horas

Ramalhais 1-C.Pêra 0
Num jogo fraco e com poucas oportunidades de golo, o Ramalhais venceu por 1-0 a Castanheira de Pêra, com o golo da equipa de Gil Barros, a surgir, já em período de descontos por intermédio de Fábio Roxo.
O resultado justo seria empate, face ao que ambas as equipas produziram no encontro. Ao longo dos noventa minutos, o encontro teve poucos motivos de interesse, mas Fábio Roxo, não quis que o jogo terminasse empatado e fez o único golo do encontro.
Antes do golo, destaque para uma grande defesa de Diogo, na melhor oportunidade da equipa de José Inglês.
Bruno Lopes, rubricou uma arbitragem regular, mas esteve mal no capítulo disciplinar.
Na próxima jornada o Ramalhais desloca-se ao reduto do Arcuda, enquanto que a C.Pêra recebe a U.Matamourisquense.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Praia
Assunto: Humor....

----- Mensagem encaminhada ----De: Maria Teresa
Assunto: Humor....
Vale a pena espreitar (e assistir...). :-D :-D :-D
Serra de - Castanheira de Pera - Portugal

Assunto: : Uma prenda especial por uma boa causa!
Caros Amigos!
Decidimos ajudar-vos naquelas tarefas árduas de procurar as prendas ideais e especiais...
OFEREÇAM um Vale Oferta da Casa da Comareira de Góis, permitindo aos vossos amigos e familiares desfrutarem de um fim de semana único na SERRA DA LOUSÃ, apoiando uma causa NOBRE: o Fundo para a Preservação da Serra da Lousã (este fundo serve para a aquisição de terrenos e apoio para trabalhos científicos que sejam importantes para a preservação da natureza e biodiversidade deste território).
Contactem-nos para obterem mais informações e dos preços especiais para este NATAL. E se for sócio da Lousitânea já sabe que tem um desconto de 20% sobre o valor total do Vale de Oferta (desde que tenha a sua quota em dia).
Pela Serra da Lousã - Uma Serra de Encantos!
Ex. de um VALE DE OFERTA:
PELA SERRA DA LOUSÃ - UMA SERRA DE ENCANTOS!
Lousitânea - Liga de Amigos da Serra da LousãLg. Francisco Inácio Dias Nogueira, 2 r/c3330-308 GÓISTel/fax: 235778644lousitanea@sapo.pthttp://www.lousitanea.no.sapo.pt/
Serra de - Castanheira de Pera - Portugal


:: Destaques ::
Vamos reflorestar a Serra da Lousã
"Vamos reflorestar a Serra da Lousã" (no concelho de Castanheira de Pera) é o mote da iniciativa que a Lousitânea - Liga de Amigos da Serra da Lousã vai levar a cabo no próximo dia 15 de Dezembro (sábado).Por relatos chegados até hoje, sabe-se que a serra tinha um coberto florestal, constituído por carvalhais e soutos. Um dos trabalhos da Lousitânea é reproduzir espécies autóctones em viveiro e depois reintroduzi-las na serra, aumentando assim a biodiversidade e reduzindo o risco de incêndio! [Ler Mais...]
04-12-2007
(1.º doc. Histórico sobre Castanheira de Pera. A.H.M.L.,cx.1, n.º 3)
www.cm-lousa.pt
Clique acima para conseguir ler.
Sentença de D. Afonso V - 16/5/1467
(1.º doc. Histórico sobre Castanheira de Pera. A.H.M.L.,cx.1, n.º 3)
Uma Sentença de D. Afonso V
Eugénio de Lemos
A orgânica social, tal como é compreendida e orientada pela Civilização em que vivemos, tem forçadamente de se fundar em sólida e, tanto quanto possível, aperfeiçoada administração da justiça.
Conquista inegável do cristianismo que atribui a Deus a aplicação da "Justiça Pura", deixa aos homens a aspiração de se aproximarem desse ponto de pureza e perfeição, aliás humanamente inatingível.
Nado e criado na órbita da doutrina e da moral cristãs, o Estado Português, desde os seus primeiros passos, atribuiu-lhe o lugar devido entre as mais prementes aspirações da formação e consolidação da nacionalidade, aparecendo-nos os seus Chefes como intemeratos executores dela, ao mesmo tempo que, por todos os meios ao alcance da função Real, vigiam e zelam a sua aplicação prática.
Nunca desvirtuada, esta orientação chega a nossos dias com uma tradição de excepcional e inconcussa probidade e os respectivos executores com justificada fama de saber, independência e culto pela alta função exercida no aglomerado social de que todos fazemos parte.
Quer dizer, à cuidadosa preocupação dos nossos Reis de disporem de uma justiça rectilínea, prestigiada e forte, portanto dotada de organização completa e modelar, correspondeu sempre, da parte dos magistrados que a exercem, o estrito cumprimento do dever, a compreensão exacta da difícil, por vezes ingrata, mas sempre nobilíssima missão de que estão incumbidos.
A Sentença Real que serviu de base ao trabalho a que se vai dar publicidade, por grata deliberação da Câmara Municipal da Lousã, sugestionada pelo seu ilustre Presidente, Dr. Manuel de Magalhães Mexia, depois de apresentada na Secção de História do Congresso Luso-Espanhol, realizado em Madrid, no último Outono, é uma prova concludente de que, nesse Século XIV, Rei, Magistrados e Povo, praticavam a justiça ou recorriam à sua protecção, com a certeza de que ela se exercia no sentido elevado do termo.
Justiça acessível a todos, feita a todos, justa para todos!
Era assim nos remotos tempos de El-Rei D. Afonso VI
Lousã, Janeiro de 1959.
O rei português, D. Afonso, o quinto do nome, 12.º na ordem cronológica dos notabilíssimos Chefes de Estado que a sua ilustre família já tinha dado à Nação, não tem merecido agradável apreciação de todos os que, sobre os acontecimentos do seu laborioso reinado, deixaram escritas as suas impressões.
O dissídio com o sogro e tio, D. Pedro, "O Infante das Sete Partidas", de que resultou a desastrosa morte deste no recontro de Alfarrobeira, empanou para sempre a passagem de D. Afonso pelo governo do país.
E, para não o culparem somente daquele triste e bem trágico acontecimento, vão-lhe colando à memória os apodos de versátil e perdulário, com que depois julgam os seus actos.
Mão realmente é necessário atender ao espírito da época em que apareceu na ribalta pública a sua figura, tomar na devida conta a educação cavalheiresca, toda ela "Idade-Média", fundada nos actos de cavalaria e rodeada de pontos de honra, e, sobretudo, olhar à pouca idade com que o rei assumiu o governo, para se poder apreciar, com imparcial, serena e fria justiça, a sua acção e a sua obra.
Ouvia as opiniões de todos, dizem os melhores historiadores; mas aplaudia sempre a do último com quem conversava, logo se condena a seguir.
Parece, porém, dever-se encontrar o visível intento de procurar a justiça e o caminho seguro para a boa decisão, ao querer escutar os que o rodeavam sem distinção de simpatias ou amizades. Honesto nos propósitos, não podia conceber que se acercassem dele com outra mira que não fosse o bom serviço da Nação, nesse momento histórico, encarnado na pessoa real.
E, se procurava todos contentar com as doações generosas, talvez mesmo excessivas, de que o acusam, outro não poderia ser o propósito que não fora arrancar aos principais uma maior dedicação e lealdade nas atitudes, maior zelo no serviço, mais espírito de sacrifício na acção, ao mesmo tempo que com elas incitava outros a praticarem actos que viessem a merecer idênticas benesses.
Não foi D. Afonso V o primeiro nem o último dos que, dentro e fora do País, seguiram esse caminho para obter mais seguro apoio ou mais forte ajuda por parte dos que teriam de obedecer.
Pouca também era a sua idade, dezassete anos apenas, quando se desenrolaram os trágicos acontecimentos que tiveram o seu epílogo nas margens de Alfarrobeira.
Já nesse tempo parece que fazia escola o bi-partidismo que em outras ocasiões tanto se exalta. De um lado o Duque de Coimbra, que, pouco havia ainda, deixara a regência, cheio de prestígio, forte de amizades e dedicações quase ilimitadas, para mais, disfrutando de um grande nome internacional e, por isso mesmo, gozando de inegável respeito e especial consideração em todas as cortes do mundo civilizado e também pai da Rainha, formosa de alma e de figura, estremecida do marido; do outro, o Duque de Bragança, riquíssimo, aureolado pelos seus 80 anos, seguro do apoio dos filhos, um, Fronteiro em Ceuta, o Conde de Arraiolos, cuja folha registava já notável activo de grandes serviços ao país, o outro, o Conde de Ourém, na Corte, a dirigir a manobra, com a influência fundada na proximidade de parentesco e na aproximação da idade.
Que força de ânimo seria necessário dispender para resistir a este duro embate?
Como seriam intermináveis os discursos, ainda não pronunciados nas assembleias para os jornais publicarem, mas ditados dia a dia, quase hora a hora, aos ouvidos do monarca, cheio de ardor juvenil, incitado, por uns e outros, a tomar o comando efectivo, a não deixar sobrepor-se outra autoridade sobre a sua própria.
Na impossibilidade dos ministérios caírem sobre a vaga das moções de desconfiança, o Rei tinha de decidir descobrindo caminho e optando por solução, com mais dificuldade que os seus navegadores iam trazendo à luz da vida as últimas ilhas dos Açores e dobrando novos cabos da infindável Costa de África.
Agrilhoado a esse desastre, que na sua vida pesou como um anátema, nem a política africana criteriosa e imperturbavelmente seguida a desenhar um propósito firme e a criar o Império, nem o sonho da unidade ibérica, entusiasticamente acolhido pelo filho, o Príncipe D. João, que a crítica de tudo absolve, para o proclamar, e muito justamente, como Príncipe Perfeito, constituíram suficiente fonte de água lustral para que pudesse vir a ser enaltecida a sua acção governativa.
E, no entanto, não resta dúvida que à sua vontade se ficaram a dever as expedições de que resultou a conquista de Alcácer-Ceguer e de Arzíla, a entrega voluntária de Tânger.
Para mais, mostra-se também que não foi dos que organizam para depois mandar os outros; ao contrário, era precisamente dos Chefes que sabem ordenar as coisas, dirigir os homens, mas tomar ele próprio papel activo na contenda, mostrando a sua coragem, dando segura prova da sua bravura pessoal e do valor do seu comando.
Quando junta ao seu título de Rei de Portugal e do Algarve mais os de "Senhor de Ceuta e de Alcácer em África" como o vermos no documento que se apresenta a seguir, "D'Aquem e d'Além Mar em África" como mais tarde usou, fá-lo por Direito próprio que lhe vem dos postos e cidades ocupadas e, sobretudo, da sua acção pessoal, como forte contributo para atingir essa inegável e gloriosa posição nacional.
Nas questões da sucessão da Coroa de Castela, depois da morte de Henrique IV, a sua atitude foi sempre determinada pelo aproveitamento dos apoios que uma forte corrente dentro deste país lhe oferecia, ilustrada por alguns dos melhores nomes da Península, e, se não foi feliz nos seus propósitos, isso não diminui as suas intenções, que não podem ser medidas pelo favor das batalhas ou pela versatilidade dos ânimos.
Depois da campanha militar incerta que veio a culminar junto de Toro, verificou-se que às dúvidas da guerra se juntaram as dúvidas da política e os melhores não resistiram a procurar o sossego e a paz, abandonando a causa e o chefe que tinham voluntariamente escolhido e até impulsionado a tomar parte em prélio que, no fundo, não lhe dizia respeito.
D. Afonso mostrou-se digno no desaire sofrido; nobre e cavalheiro, sempre na linha da educação recebida, dentro da situação que os acontecimentos lhe criaram.
Procurou em França apoio para a posição que tinha e para o direito que lhe pertencia mas sempre com o aprumo próprio da sua condição.
De boa fé, coração limpo, mãos lavadas, não se defendeu das manhas e ardis com que o rodearam mas isso só prova a favor do seu carácter leal e da sua probidade inconcussa.
Impedido pelos seus de seguir rumo à Terra Santa, talvez junto da Sepultura de Jesus, o grande e único apóstolo da Verdade, encontrasse a que os homens obstinadamente lhe vinham negando, regressou à pátria, para onde enviara cartas com ordem para o filho se aclamar rei, e, ante a renúncia deste, à sua chegada, nobremente se conduziu ainda, aceitando-a mas associando a todas as funções do seu alto cargo a mocidade decidida, sensata, inteligente do Príncipe D. João.
A sua preocupação de fazer justiça, de se reger por leis fixas e regulares é constante nos seus actos de governo, revelando-se de maneira evidente na codificação que ordenou das que vigoravam no reino.
A orgânica da justiça neste período verifica-se que era tão perfeita quanto as possibilidades do tempo e do lugar o permitiam.
O documento que encontrámos nos arquivos da Câmara Municipal da Lousã, sentença pronunciada pelo Rei em 1467, é uma peça jurídica perfeita, sob o ponto de vista técnico, uma demonstração clara do sentido paternal na orientação governativa da nossa monarquia, ao mesmo tempo que revela à evidência, a sua faceta democrática e popular.
O pleito a que a decisão real pôs termo travou-se entre os pastores da serra, habitantes da aldeia do Coentral, e o Município Lousanense.
O fundo da questão residia no direito de pastos matos da Serra da Lousã.
Ora o Coentral era uma aldeia perdida nas ravinas de profundo valeiro, na vertente sul daquela Serra, no termo de Pedrógão, donde distaria 3 boas léguas, Por caminhos insuportáveis, rodeados de precipícios, assombrados por densas matas, povoados por lobos e javalis.
Nos fins do Século XVIII contava o povoado apenas 45 fogos, quantos juntaria trezentos anos antes?
Com que influências poderia contar esta pobre gente que só vivia da criação de gados, sem outro convívio com qualquer espécie de civilização, com que disponibilidades materiais, com que apoios, para fazer chegar a sua voz à presença do Rei, supremo Magistrado, última instância para decidir todos os pleitos e fazer justiça em todas as causas?
Impregnados de democracia andam os homens de hoje, enfatuados com as conquistas da civilização e com o progresso de todas as ciências, orgulhosos da época em que vivem, vaidosos da orgânica que criaram para defesa de todos os direitos e para garantia de todas as liberdades, e no entanto...
No entanto, mal iria aos pastores de qualquer Coentral espalhado pelo Mundo, se carecessem de fazer ouvir a sua voz, clamando justiça, junto do supremo tribunal de qualquer país!
E que dizer do Município Lousanense? Pobre Vila descida da Serra das ruínas de Arouce, sua avózinha, a que D. Afonso Henriques dera foral, mas que só naquela herança conseguia direito para desfrutar a almejada autonomia, que só, em 25 de Outubro de 1513, D. Manuel viria reconhecer apondo a sua assinatura na "Carta de Foral dado à Vila de Lousã".
Pouco antes, em 1425, o escrivão da comarca de Penela, em cuja área se situava a Lousã, passara certidão do Foral de D. Afonso Henriques outorgado à Vila de Arouce que "ora he chamada Lousaa" (Vila da Lousã e seu termo - Fernando Campos de Magalhães Mexia), donde se concluí que pouca importância ainda lograra.
A Vila moçárabe com o seu castelo, de que ainda hoje resta a torre de menagem e pouco mais, situava-se em plena Serra, num promontório vincado pelo profundo vale onde corre o rio Arouce, refúgio de pastores e moleiros, uns que aproveitavam os pastigos imensos, da serra e do vale, os outros servindo-se das quedas do rio para fazerem girar as mós das suas azenhas.
Ainda em Novembro de 1255, D. Afonso II confirmou o foral que seu avô lhe outorgara.
Depois, pela incomodidade do sítio, dificuldade de acesso, desnecessidade do apoio do castelo, a Vila viria com seu povo a passar-se, pouco a pouco, para a várzea, onde já os romanos teriam certamente feito também povoado.
Incluída nos senhorios do Infante D. Pedro, dela não resta outra lembrança desse tempo.
Afastada de Coimbra mais de seis léguas, também por si não dispunha de influência de famílias ou de riquezas para sustentar disputas nos mais altos cumes da justiça.
São estes os contendores no processo, as partes que vão agravar e apelar para o alto tribunal .a que o Rei dá a majestade da sua presença e o valor da sua autoridade.
Fracos de valimento, sem oiro para alimentar a fogueira das controvérsias, afastados de tudo e de todos por fartas léguas de caminhos semeados de perigos, bem forte era a voz do povo para tão alto fazer chegar o clamor do seu desejo de justiça!
E, se democracia define a realização prática da vontade popular, não se encontrará mais visível prova da sua concretizarão efectiva do que ver o Chefe de Estado ouvir os que se lhe dirigem com a atenção e cuidados próprios de quem deseja acertar na decisão a tomar, sem curar de saber da posição que ocupam na escala social, nem tão pouco do valor ou da importância do assunto em debate.
Os montados da Serra da Lousã destinavam-se, por força do Foral velho e do direito consuetudinário, a pastagens do gado possuído pelos habitantes do respectivo termo.
Os pastores do Coentral, porque viviam mais perto deles do que os mais próximos moradores da Lousã, pretendiam e usavam dessas pastagens para os seus gados, sem licença do Município, e daí surgiu a questão.
A Câmara da Vila embargou-lhes o acesso aos montados, eles levaram recurso do embargo para a própria Câmara que lho indeferiu. Pretenderam apelar e a Câmara negou-lhe a apelação. Tiraram certidão e com ela agravaram para o Tribunal Real.
O Rei recebeu o agravo e mandou conhecer da apelação, para o que foi preciso instruir o processo com libelos, contestações e inquirições.
Preste finalmente tudo para que pudesse vir a ser bem julgado o pleito, a sentença aí vem com toda a descrição da contenda, obedecendo escrupulosamente à técnica jurídica, atendendo a toda a prova produzida.
Ela reconhece ao Município direito à posse para os moradores do seu termo, dos pastigos em causa e assim defende os moradores do Coentral a trazerem ali os seus gados, proibindo-os que "daqui avante não montem com os seus gados no termo da Lousã, sem autoridade dos oficiais da dita Vila e se avencem com eles acerca do dito montado e pasto".
Quer dizer, fica livre o caminho para todos viverem em paz, cada um com o gozo do direito que lhe pertence sem atropelo dos que o vizinho desfruta.
Um, o Município, reconhece-se-lhe a posse dos montados e o direito de cobrar avença do seu uso por estranhos; o outro, os pastores, com porta aberta para continuar a usar das pastagens, atento que logo se "manda" aos oficiais da Câmara que "com temperança façam suas avenças com os réus quando lhes licenças derem para montarem não os queiram asperamente tratar acerca de suas avenças".
Quinhentos anos são passados e essa peça jurídica ainda poderia ser subscrita pelo magistrado mais escrupuloso, outorgada pelo tribunal mais competente.
Vê-se que honra e justiça não eram palavras ,sem significado nessa época remota e prova-se que nem o valor da causa nem a humildade dos contendores eram impeditivo para que o pleito chegasse ao mais alto tribunal, fosse examinado, instruído e julgado.
Quando um regimen funciona através das suas instituições a bem do povo como se dá conta com documentos desta natureza, há que convir que ele é o próprio e adequado para o serviço da Nação.
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D. Afonso por graça de Deus Rei de Portugal e do Algarve, Senhor de Ceuta e de Alcácer em África, A vós, Juizes da Vila da Lousã e a todas as outras nossas Justiças a que esta nossa carta de Sentença for mostrada, saúde. Sabei que perante nós, à nossa corte veio um feito, por apelação, o qual era entre o Concelho dessa vila, como autores duma parte, e Fernão Lourenço e Catarina Annes sua mulher, moradores na Frvedeira e Luís Eannes e Leonor Domingues sua mulher, e João Eannes e Leonor Eanes sua mulher, moradores nos Coentrais, e Vasco Gil e Guiomar Álvares, sua mulher, e Afonso Annes e Catarina Dias, moradores em Pera, termo de Pedrógão, réus, da outra, sobre e por razão de certos montados que o dito concelho autor diz que tem em seus termos e limites, para apascentar e criar seus gados, em os quais montados os ditos réus igualmente querem apascentar seus gados e os criar dizendo que sempre de antigo foi costume o fazerem assim seus antecessores, em o qual foi tanto procedido que, visto tal por vós, não os houvestes por vizinhos do dito concelho pois não queriam pagar como os moradores dele e mandastes que lhes multassem seus gados ou fizessem avenças como faziam outros. Do qual mandado os ditos réus de vós para nós apelaram, e vós não lhe recebestes apelação e eles o puseram por agravo e tiraram dele um instrumento, o qual nos apresentaram; e, visto por nós, houvemo-lo por apelação. E, no caso da apelação, porquanto o feito carecia de todo fundamento e ordem judicial, nós mandamos que o concelho autor obrigasse os réus vindo contra eles com libelo em forma, com o qual veio, dizendo que era verdade que o dito concelho autor tem seus termos limitados e divisados de antigamente e dentro dos ditos termos tem seus montados e pastagens e coutadas para os moradores do dito concelho somente trazerem e criarem seus gados e lhes darem de pastar e em eles e outras pessoas algumas não, salvo por licença e autoridade do dito concelho; e que entre os montados e pastos que essa vila e concelho tem dentro em o seu termo assim são os montados da serra do Trevim e da Horta até à Cruz do Espinho. Os quais montados o dito concelho autor tem guardados para seus gados; e, sem embargo de os assim terem, os ditos réus moradores no termo do dito Pedrógão, contra vontade do dito concelho autor, lhe lançam os seus gados nos ditos montados e lhes comem toda a erva e lhes destroem quanta madeira em eles têm, em tal guisa que os gados do dito concelho autor não acham que comer e muitos perecem de fome. Requerendo o dito concelho autor a eles réus que, pois moram em termo de Pedrógão e não têm herança alguma com o dito concelho em essa vila e termo,, que tirassem seus gados e os levassem para o termo de Pedrógão, onde eram moradores os [réus], se conviessem com o dito concelho. Recusando os ditos réus sempre de o fazerem, como ainda recusavam pedindo o dito concelho autor que, por bem do que dito era, por nossa definitiva sentença condenássemos os ditos réus que tirassem seus gados dos montados do termo dessa vila e os levassem aos termos de Pedrógão, onde eram moradores, ou se conviessem com o dito concelho, pondo-lhe para isso certa pena se os até certo tempo não tirassem e os condenássemos mais nas custas, segundo melhor e mais explanadamente o libelo e petição dos autores isto e outras coisas eram contidas. O qual, visto por nós, julgamos que procedia; e mandámos aos réus que o contestassem. Os quais, por maneira de contestação, vieram.com uns artigos de defesa, dizendo que era verdade que eles réus moram no Pedrógão, o qual parte com o termo dessa Vila da Lousã, e em o dito termo dessa vila eles réus têm herdades, assim lavradiças como maninhas, as quais lhes ficaram de seus avós e bisavós, que as ali tiveram e lograram por tempos e anos, comendo as ervas e bebendo as águas, como os vizinhos do concelho dessa vila. E que podia haver dez, vinte, quarenta, cinquenta e cem anos e tanto tempo que a memória dos homens não era em contrário que os ditos seus pais e avós e bisavós por ali serem vizinhos sempre ali trouxeram seus gados e se lograram das ervas e das águas como os outros do concelho, sem lhes ser contradito por pessoa alguma nem defeso, sabendo bem que os traziam ali e aprazendo-lhe disso. E que eles réus têm agora, em o dito termo, as heranças que lhes dos ditos seus avós, ficaram e contribuem com o dito concelho autor na colheita de S. João como os ditos seus antecessores contribuíam e isso mesmo os vizinhos da Lousã; e, por conseguinte, traziam seus gados como seus antecessores sempre trouxeram. De cem anos a esta o parte, estavam em a dita posse da qual usavam com sempre usaram, pertencendo-lhe os ditos montados como aos que são vizinhos, por eles contribuírem com concelho e terem em seu termo heranças. E assim dito concelho autor lhe não fazia boa demanda em lhe privar o dito montado. E que a Serra do Trevim e o montado da Horta, onde eles réus traziam seus gados, era tão longe dessa vila, que, a duas léguas dela, não há dois ou três lavradores que gados ali tragam, salvo eles réus, que sempre o ali trouxeram, não fazendo dano aos moradores dessa vila, usando de seus montados, que lhes por herança pertenciam e de que sempre usaram dos quais o concelho autor os não devia privar, segundo melhor e mais explanadamente em os ditos artigos e defesa dos réus isto e outras coisas eram contidas. Os quais vistos por nós, havemo-los por admitidos e mandámos que as ditas partes dessem sua prova a os artigos recebidos. Pelas quais foram tomadas inquirições e foram acabadas e abertas e publicadas, havendo os procuradores das partes, vista delas, e sobretudo as ditas partes alegaram, do seu direito, que o feito foi finalmente concluso. O qual, visto por nós com a dita apelação e tudo o que se pelo feito mostrava, presentes os procuradores das partes e seus requeredores, acordámos que é bem julgado por vós em não haverdes os réus por vizinhos e acrescentando a nossa sentença, visto como os réus não têm herança no termo da Lousã, por que tenham razão de trazerem seus gados a pastar nos montados da dita vila, como vizinhos que dizem que são; portanto lhe proibimos sob pena de pagarem para o concelho da Lousã, por cada cabeça de gado vacum cinco reais e por cabeça de porco três reais e por cabeça de ovelha ou cabra dois reais e por besta seis reais; que, daqui avante, não montem com seus gados no termo da Lousa sem autoridade dos oficiais da dita vila e se acordem acerca do dito montado e pasto. E mandamos aos autores que com temperança façam suas avenças com os réus quando lhes licença derem para montar e não os queiram asperamente tratar acerca de suas avenças. E condenamos os réus nas custas do processo e em outras não, visto o que se pelo feito mostra. Portanto nós mandamos que comprais e guardeis e façais cumprir e guardar o dito nosso julgamento assim e pela guisa que por nós aqui é julgado, acrescentado, declarado e confirmado. E fazei vender e rematar tantos dos bens móveis dos ditos Réus, antes apregoados por três nove dias, pelos quais os ditos autores hajam de custas da nossa corte, do processo somente a saber: vista do feito, escritura, salário do procurador, chancelaria a nós, feitio desta sentença, por tudo mil e sessenta e seis reais e meio contados singelos por Fernão Ruiz, contador deles, do processo somente. E, quanto às custas feitas perante nós, fazei-lhe contar os direitos do processo somente e para eles vender e rematar, como acima dito é; se o móvel não bastar fazei-lhe vender a raiz, como se contém em a nossa ordenação. E outra coisa não façais dada em a nossa mui nobre e sempre leal cidade de Lisboa, aos dezasseis dias do mês de Maio. El-Rei o mandou por Filipe Eanes de Figueiredo, cavaleiro de sua casa, e por Álvaro Fernandes de Ilhé, seus vassalos e sobrejuízes. João Dias a fez, Álvaro Eanes tem o feito. Ano do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil quatrocentos e sessenta e sete. Pagou XXV reais.








