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domingo, 3 de junho de 2012
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Francisco H. Neves
http://www.diocesedecoimbra.pt/diocese/index.php?option=com_content&view=article&id=560:secretariado-de-coordenacao-pastoral&catid=6:secretariados O Dr. Carlos Alberto das Neves Joaquim, membro do Secretariado, é natural dafreguesia de Castanheira de Pera, onde nasceu no lugar da Corga no ano de1958, filho de Domingos Joaquim e de Irene das Neves Jacinto. É irmão deManuel das Neves Joaquim, empresário em São Paulo - Brasil.
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quarta-feira, maio 16, 2012
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Açores
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quinta-feira, fevereiro 09, 2012
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Francisco Henriques Neves,
No entanto num blogue de Castanheira de Pêra – http://carlosscoelho.blogspot.com – deparámo-nos com esta nota: “A «quadra» do Carnaval é, com propriedade, constituída por «quatro» semanas. Com efeito, é nas quatro semanas, imediatamente anteriores ao dia de Carnaval que, sucessivamente, se vão comemorando a 5ª Feira de Amigos, a 5ª Feira de Amigas, a 5ª Feira de Compadres e a 5ª Feira de Comadres. É com a 5ª Feira de Amigos que «oficialmente» se abre a quadra carnavalesca. Estas tradições, hoje algo perdidas no Continente português, mantêm-se bem vivas em toda Região Autónoma dos Açores. Os que lá estão ou lá estiveram – e já são muitos! – bem conhecem as vivências destes eventos. Que perduram na memória! Um ano destes teremos de recuperar aqui em Castanheira de Pêra (escreve o administrador do blogue) a vivência do português «Dia de Amigos». Os grupos de amigos que se vierem a formar podem até nem ser grandes. Mas a amizade será certamente sã! A essência destes encontros é a Amizade. Este amigo vem com um amigo, aquele amigo traz outro amigo, que por vez vem acompanhado doutro amigo e por aí adiante, assim se constituindo uma vasta rede de antigas e novas amizades. Sendo que no dia de Amigos e de Compadres só entram Homens e no dia de Amigas e de Comadres só participam Mulheres.” (fim de citação).
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sexta-feira, janeiro 27, 2012
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Hoje é «DIA DE AMIGOS» genuinamente português !
Hoje é «DIA DE AMIGOS» genuinamente português !
26 de Janeiro de 2012
Quinta-Feira de Amigos
Aquele Abraço!
Taças ao alto!
À Nossa !
http://pcxportugal.livre-forum.com/t1707-agora-estou-esclarecido
_______________________________________________________________________
Obs.
· A «Quinta-Feira de Amigos» abre oficialmente a quadra carnavalesca (quatro semanas).
· Calendário no anexo.

26 de Janeiro de 2012
Quinta-Feira de Amigos
Aquele Abraço!
Taças ao alto!
À Nossa !
http://pcxportugal.livre-forum.com/t1707-agora-estou-esclarecido
_______________________________________________________________________
Obs.
· A «Quinta-Feira de Amigos» abre oficialmente a quadra carnavalesca (quatro semanas).
· Calendário no anexo.

Hoje é «DIA DE AMIGOS» genuinamente português !
26 de Janeiro de 2012
Quinta-Feira de Amigos
Aquele Abraço!
Taças ao alto!
À Nossa !
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Obs.
· A «Quinta-Feira de Amigos» abre oficialmente a quadra carnavalesca (quatro semanas).
· Calendário no anexo.
26 de Janeiro de 2012
Quinta-Feira de Amigos
Aquele Abraço!
Taças ao alto!
À Nossa !
_______________________________________________________________________
Obs.
· A «Quinta-Feira de Amigos» abre oficialmente a quadra carnavalesca (quatro semanas).
· Calendário no anexo.
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quinta-feira, janeiro 26, 2012
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sexta-feira, 15 de julho de 2011
Novo Padre em Castanheira de Pera - Portugal.
Sexta-feira, 15 de Julho de 2011 7:16:28Movimento do Clero
De: Francisco NevesExibir contato
Para: carloscoelhoo@yahoo.com.br; Jorge David; Idalio Caldeira ; Mario Rodrigues
--------------------------------------------------------------------------------
Padre Engenheiro José Lopes de Carvalho
Nomeado Pároco de Castanheira de Pera e Coentral
· Para ver a nomeação em «O Amigo do Povo» abra o link http://www.oamigodopovo.com/ . Siga por «Índice» e, na edição de 10-07-2011, abra «Notícias diversas».
· Para saber da personalidade faça pesquisa Google ou, no blogue «Noticias de Castanheira de Pera – Portugal» confira os tópicos afixados no dia 13 de Julho.
De: Francisco Neves
Para: carloscoelhoo@yahoo.com.br; Jorge David
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Padre Engenheiro José Lopes de Carvalho
Nomeado Pároco de Castanheira de Pera e Coentral
· Para ver a nomeação em «O Amigo do Povo» abra o link http://www.oamigodopovo.com/ . Siga por «Índice» e, na edição de 10-07-2011, abra «Notícias diversas».
· Para saber da personalidade faça pesquisa Google ou, no blogue «Noticias de Castanheira de Pera – Portugal» confira os tópicos afixados no dia 13 de Julho.
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sexta-feira, julho 15, 2011
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
http://www.acorestube.com/video/4266/Dia-das-Amigas-em-S%C3%A3o-Miguel-e-Fai
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terça-feira, fevereiro 01, 2011
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A «5ª FEIRA DE AMIGOS»
ABRE “OFICIALMENTE” A QUADRA DO CARNAVAL
A «quadra» do Carnaval é, com propriedade, constituída por «quatro» semanas. Com efeito, é nas quatro semanas, imediatamente anteriores ao dia de carnaval que, sucessivamente, se vão comemorando a 5ª Feira de Amigos, a 5ª Feira de Amigas, a 5ª Feira de Compadres e a 5ª Feira de Comadres. É com a 5ª Feira de Amigos que «oficialmente» se abre a quadra carnavalesca. Estas tradições, hoje algo perdidas no Continente português, mantêm-se bem vivas em toda Região Autónoma dos Açores. Os Castanheirenses que lá estão ou lá estiveram – e já são muitos! – bem conhecem as vivências destes eventos. Que perduram na memória! Um ano destes teremos de recuperar aqui em Castanheira de Pera a vivência do português «Dia de Amigos». Os grupos de amigos que se vierem a formar podem até nem ser grandes. Mas a amizade será certamente sã!
O calendário das festas para este ano de 2011 é o seguinte:
5ª Feira - Dia 10 de Fevereiro – DIA DE AMIGOS
5ª Feira - Dia 17 de Fevereiro – DIA DE AMIGAS
5ª Feira - Dia 24 de Fevereiro – DIA DE COMPADRES
5ª Feira - Dia 03 de Março ----- DIA DAS COMADRES
A essência destes encontros é a Amizade. Este amigo vem com um amigo, aquele amigo traz outro amigo, que por vez vem acompanhado doutro amigo e por aí adiante, assim se constituindo uma vasta rede de antigas e novas amizades.
Sendo que no dia de Amigos e de Compadres só entram Homens e no dia de Amigas e de Comadres só participam Mulheres.
Do ano passado 2010 vejamos um pouco da festa a partir destes links:
http://www.acorestube.com/video/4266/Dia-das-Amigas-em-S%C3%A3o-Miguel-e-Fai
http://www.youtube.com/watch?v=pnLtI1p3FUI.
Este ano a «5ª feira de Amigos» é já no próximo dia 10 de Fevereiro. Está assim na hora dos amigos se mobilizarem e de fazer a reserva no restaurante, não vá depois ficar esgotado!
Eis agora o Calendário «Oficial» 2011 assim expresso no «Almanaque do Camponez» de Angra do Heroísmo, (no seu 94º Ano de publicação):
ABRE “OFICIALMENTE” A QUADRA DO CARNAVAL
A «quadra» do Carnaval é, com propriedade, constituída por «quatro» semanas. Com efeito, é nas quatro semanas, imediatamente anteriores ao dia de carnaval que, sucessivamente, se vão comemorando a 5ª Feira de Amigos, a 5ª Feira de Amigas, a 5ª Feira de Compadres e a 5ª Feira de Comadres. É com a 5ª Feira de Amigos que «oficialmente» se abre a quadra carnavalesca. Estas tradições, hoje algo perdidas no Continente português, mantêm-se bem vivas em toda Região Autónoma dos Açores. Os Castanheirenses que lá estão ou lá estiveram – e já são muitos! – bem conhecem as vivências destes eventos. Que perduram na memória! Um ano destes teremos de recuperar aqui em Castanheira de Pera a vivência do português «Dia de Amigos». Os grupos de amigos que se vierem a formar podem até nem ser grandes. Mas a amizade será certamente sã!
O calendário das festas para este ano de 2011 é o seguinte:
5ª Feira - Dia 10 de Fevereiro – DIA DE AMIGOS
5ª Feira - Dia 17 de Fevereiro – DIA DE AMIGAS
5ª Feira - Dia 24 de Fevereiro – DIA DE COMPADRES
5ª Feira - Dia 03 de Março ----- DIA DAS COMADRES
A essência destes encontros é a Amizade. Este amigo vem com um amigo, aquele amigo traz outro amigo, que por vez vem acompanhado doutro amigo e por aí adiante, assim se constituindo uma vasta rede de antigas e novas amizades.
Sendo que no dia de Amigos e de Compadres só entram Homens e no dia de Amigas e de Comadres só participam Mulheres.
Do ano passado 2010 vejamos um pouco da festa a partir destes links:
http://www.acorestube.com/video/4266/Dia-das-Amigas-em-S%C3%A3o-Miguel-e-Fai
http://www.youtube.com/watch?v=pnLtI1p3FUI.
Este ano a «5ª feira de Amigos» é já no próximo dia 10 de Fevereiro. Está assim na hora dos amigos se mobilizarem e de fazer a reserva no restaurante, não vá depois ficar esgotado!
Eis agora o Calendário «Oficial» 2011 assim expresso no «Almanaque do Camponez» de Angra do Heroísmo, (no seu 94º Ano de publicação):
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terça-feira, fevereiro 01, 2011
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segunda-feira, 17 de maio de 2010
Falecimento:
Óbito
FERNANDO MANUEL CARVALHO DE ALMEIDA
Numa Unidade Hospitalar da cidade de Lisboa faleceu ontem, Domingo, 16 de Maio, FERNANDO MANUEL CARVALHO DE ALMEIDA, de 60 anos de idade. Era natural da cidade de Lisboa, mas sua mãe Angelina Ladeira era da Sapateira – Castanheira de Pera.
Era sócio da Casa do concelho de Castanheira de Pera em Lisboa.
O corpo encontra-se em Câmara ardente na Igreja de São João de Deus, à Praça de Londres em Lisboa, onde amanhã Terça-Feira, dia 18, será celebrada missa de corpo presente pelas 08H45, seguindo-se o funeral para o Cemitério do Alto de São João.
Texto de :
Francisco H. Neves
Jorge Carvalho David
FERNANDO MANUEL CARVALHO DE ALMEIDA
Numa Unidade Hospitalar da cidade de Lisboa faleceu ontem, Domingo, 16 de Maio, FERNANDO MANUEL CARVALHO DE ALMEIDA, de 60 anos de idade. Era natural da cidade de Lisboa, mas sua mãe Angelina Ladeira era da Sapateira – Castanheira de Pera.
Era sócio da Casa do concelho de Castanheira de Pera em Lisboa.
O corpo encontra-se em Câmara ardente na Igreja de São João de Deus, à Praça de Londres em Lisboa, onde amanhã Terça-Feira, dia 18, será celebrada missa de corpo presente pelas 08H45, seguindo-se o funeral para o Cemitério do Alto de São João.
Texto de :
Francisco H. Neves
Jorge Carvalho David
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segunda-feira, maio 17, 2010
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quinta-feira, 1 de abril de 2010
Boas Festas

Ao Carlos Coelho, Administrador do «Noticias de Castanheira de Pera - Portugal» e a todos os Ex.mos Colaboradores e Visitantes do blogue, auguramos Santa e Feliz Páscoa na Ressurreição de Cristo. Boas-Festas para todos!
FHN.
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quinta-feira, abril 01, 2010
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domingo, 21 de fevereiro de 2010
Crônica da fraga
CRÓNICA DA FRAGA
Francisco Henriques das Neves (Juiz)
fhneves@netcabo.pt
Ordenanças e Milícias
As «Capitanias-Mores» em redor da Serra da Lousã
Os Capitães de Ordenanças «da Castanheira e Contrais».
1. As Companhias de Ordenanças
O recrutamento de mancebos para a prestação do serviço militar nem sempre se operou como nós o conhecemos das últimas décadas.
Durante um longo período de 264 anos, entre 1570 (reinado de D. Sebastião) e 1834 (reinado de D. Maria II), vigorou em Portugal o sistema das Ordenanças e Milícias, cujo regime de organização e funcionamento se encontra acessível em http://www.arqnet.pt/exercito/orgorden.html.
«As Ordenanças e as Milícias estiveram durante mais de dois séculos no quotidiano de todas as famílias portuguesas. Não existirá nenhuma que não conte entre os seus membros oficiais e soldados destes corpos».
Em síntese, em todas as «cidades, vilas e concelhos» foram criadas capitanias-mores de ordenanças, chefiadas pelo respectivo capitão-mor, geralmente o alcaide-mor ou o senhor da terra, co-adjuvado por um sargento-mor.
Cada capitania-mor desdobrava-se em várias companhias de ordenanças distribuídas pelo município conforme a dispersão geográfica e a densidade populacional deste.
Cada companhia de ordenanças era chefiada pelo respectivo capitão de ordenanças, assistido por um alferes, um sargento, um meirinho, um escrivão e dez cabos.
O capitão-mor prestava juramento ao Rei e o capitão de ordenanças prestava juramento ao capitão-mor, conforme o formalismo prescrito no «Regimento dos Capitães-Mores» acessível em:
http://www.arqnet.pt/exercito/1570capitaesmores.html .
Conhecedores de toda a gente do meio a missão dos capitães de ordenanças era a de «proceder ao enquadramento de toda a população masculina residente não privilegiada», arrolando e registando em Livro próprio todos os homens existentes na sua área, entre os 18 e 60 anos (idade variável no tempo) e ministrar-lhes treino de campo, de modo a estarem todos preparados a integrar as tropas de linha. Todos, excepto os privilegiados e que discricionariamente eram muitos.
Geralmente cada «Companhia de Ordenanças» compunha-se de 250 homens, subdivididos por 10 Esquadras de 25 homens cada. Mas nem sempre assim era, isso dependia das distâncias e do número de homens existentes.
Havia instrução regularmente aos domingos e feriados e duas vezes por ano (Primavera e Outono) havia revista (alardo) do capitão-mor. Estes homens alistados continuavam no entanto a ser considerados paisanos (civis).
Nessa época as forças militares compreendiam grosso modo:
A tropa de 1ª linha = constituída pelo Exército, que fazia a guerra.
A tropa de 2ª linha = construída pelas Milícias (espécie de GNR de hoje).
As «ordenanças» constituíam então a fonte de recrutamento (por escolha) quer para o exército quer para as milícias.
(Ordenanças eram os homens que estavam às ordens).
Os «Capitães de Ordenanças» não eram necessariamente militares.
Eram pessoas «eleitas» em sessão de Câmara dentre a «principalidade» da terra.
Estes títulos eram algo honoríficos, os cargos tendencialmente vitalícios e mantinham-se por vezes na mesma família durante décadas.
Os capitães-mores detinham um poder imenso e as suas arbitrariedades determinaram críticas de vária ordem e o cansaço das populações. Pertinente estudo encontra-se acessível em:
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223379437F7vPI5ke3Qt81XR1.pdf.
O sistema acabou extinto por Decreto de 20/7/1832, em nome da rainha.
2. Os Capitães de Ordenanças «da Castanheira e Contrais»
Num primeiro volume recentemente publicado (2006) intitulado «As Ordenanças e as Milícias em Portugal – Subsídios para o seu Estudo», da autoria do Dr. Nuno Gonçalo Pereira Borrego, edição da «Guarda-Mor – Editores Livreiros» cuja capa se encontra acessível em:
http://www.guardamor.com.pt/livro.php?id=440,
encontram-se sumariados cerca de 350 diplomas legais pertinentes a toda esta época e ainda desenvolvidamente publicadas as listas de oficiais de ordenanças e milícias por cada capitania-mor ou regimento do Reino (Continente, Açores e Madeira), num total de cerca de 16.500 oficiais em exercício no período de tempo compreendido entre 1756-1833 (1º volume). A listagem do período anterior (1570-1756) ficou para um anunciado 2º/Volume.
Em 1833 havia em Portugal continental 435 capitanias-mores e 2.461 companhias de ordenanças.
Todo o território nacional esteve abrangido pelas Ordenanças, daí que também as freguesias da Castanheira e Coentral o tivessem estado necessariamente.
Da respectiva listagem resulta que, da Capitania-Mor de Pedrógão Grande, terá estado aqui instalada a 3ª Companhia de Ordenanças, com os seus Capitães de Ordenanças «da freguesia da Castanheira e Contrais» ou «de São Domingos da Castanheira» e seus assessores.
A História destes homens está ainda por fazer. Quem foram, onde moravam, sua personalidade e conduta.
Assim como o levantamento das listas dos homens por si elaboradas o que, além do mais, nos daria uma ideia sobre o povoamento de cada uma das nossas aldeias à época do Rei D. Sebastião (1570-1578) e anos seguintes.
3. As listagens
Em redor da Serra da Lousã, houve várias capitanias-mores. Umas donatárias da Coroa, como Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Ansião, Alvaiázere, Miranda do Corvo, Lousã, Arganil, Góis e outras, mais distantes, donatárias da Casa do Infantado como Álvaro, Oleiros, Sertã, Proença-a-Nova, Chão de Couce.
Sendo que por vezes o mesmo capitão-mor acumulava o cargo de duas ou mais capitanias-mores.
As listagens dos Oficiais de Ordenanças das Capitanias-Mores de Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Lousã e Góis, municípios com os quais o concelho de Castanheira de Pera confina territorialmente, são algo semelhantes.
No final, publicamos a listagem da Capitania-Mor de Pedrógão Grande, com a devida vénia extraída da referida obra «As Ordenanças e as Milícias em Portugal, Subsídios para o seu Estudo»:
Como referido acima esta listagem corresponde apenas ao período de tempo compreendido entre 1756-1833. O período anterior (1570-1756) ficou para o 2º volume. Igualmente para o 2º volume ficaram as listagens da Casa do Infantado.
4. Oficiais de Milícias em Figueiró dos Vinhos
No tocante às Milícias - que não houve nos Açores - de conformidade com a mesma edição em 1806 havia em Portugal continental 48 Regimentos de Milícias, sendo os mais próximos da Castanheira os Regimentos de Milícias da Lousã, de Arganil e de Tomar.
O Regimento de Milícias da Lousã, que integrara 137 oficiais, era certamente o Regimento com competência territorial na área que hoje constitui os concelhos de Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos e Pedrógão Grande.
Dentre a sua oficialidade constam como residentes em Figueiró dos Vinhos três oficiais (1 capitão, 1 tenente, 1 alferes), eventualmente cinco (mais 2 alferes), todos com a indicação de «8ª)». Daqui se inferindo que em 1806 terá estado instalada em Figueiró dos Vinhos a 8ª Companhia de Milícias do Regimento da Lousã.
Quanto a Castanheira de Pera e Pedrógão Grande possivelmente haveria aqui apenas esquadras de milícias comandadas por cabos. É matéria a indagar.
5. Castanheira de Pera / Blogue temático
Relativamente a todo o país o autor dos «Subsídios» deixa uma sugestão:
«Se eventualmente se pretender um estudo mais completo sobre esta matéria, caberá aos Municípios – ou outros estudiosos - providenciar o estudo dos seus livros de vereação e de outras fontes documentais locais».
Relativamente à freguesia «da Castanheira e Contrais» diremos mais que, na vida de uma freguesia 1833 ainda foi "ontem" pelo que das Ordenanças provavelmente ainda haverá saberes orais arquivados na memória das gentes que, se não forem despertados, acabarão por se perder no tempo.
Daí o recuperar-se a ideia da criação de um blogue temático que porventura poderia denominar-se «Castanheira de Pera História e Toponímica».
A ideia irá certamente fazer o seu percurso.
Bibliografia:
AS ORDENANÇAS E AS MILICIAS EM PORTUGAL Subsídios para o seu Estudo / Nuno Borrego / Guarda-mor.
HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS E DO PODER LOCAL / César Oliveira / Circulo de Leitores
HISTORIA DOS AÇORES / Instituto Açoriano de Cultura/2008
Dezembro/2009
FHN
Pag. 299
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domingo, fevereiro 21, 2010
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sábado, 13 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Dia das comadres
Passados que estão o «Dia de Amigos», o «Dia de Amigas» e o «Dia de Compadres» hoje, 5ª feira dia 11 de Fevereiro de 2010, celebra-se o «Dia das Comadres»! Uma tradição continental muito antiga. Num texto de 31 de Março de 1937, publicado na «Revista Lusitana» e intitulado «Expressões Populares do Alto-Alentejo», o filólogo seu autor descreve como então se vivia o «Dia de Comadres» (pag. 264) e do «Dia de Compadres» (pag. 267) naquela região alentejana. Este trabalho – com citação na «Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira» (vol.7/207) - encontra-se disponível no site do Instituto Camões em
http://cvc.instituto-camoes.pt/bdc/etnologia/revistalusitana/36/lusitana36_pag_263.pdf
(Lateralmente a obra contém uma referência a Figueiró dos Vinhos na pag. 280). Mas, como é consabido, a tradição não se limita apenas ao Alentejo. Basta uma breve pesquisa google para, ainda hoje, se encontrar vivas manifestações destes eventos em vários pontos do País com diversas formas na sua expressão. Em Castanheira de Pera, dentre as gerações mais antigas, ainda há quem bem se recorde dos “rituais” do «Dia das Comadres». Saberes que importaria preservar.
Agora o que notoriamente se tem de reconhecer é que estes eventos se foram desactivando no Continente, certamente devido à deslocação e dispersão das pessoas dos campos pelas cidades, enquanto nos Açores a tradição se cumpre cada vez com mais intensidade, certamente devido a melhoria das condições de vida e à realidade insular que proporciona uma maior proximidade e solidariedade entre as pessoas. Hoje os tempos são outros relativamente há 70 anos. Do antigo «lauto jantar na casa da mãe de uma amiga» ou do «assalto» em casa particular passou-se agora para o restaurante, onde a alegria e a animação transbordam noite dentro! O Senhor internauta ligue o som, «viaje» até aos Açores e contemple a alegria reinante nesta «Noite de Amigas» 2010 no Faial e em São Miguel. E a final passe ainda por um local do «Dia de Amigos» da ilha Terceira. Tudo neste link oficial:
http://videos.sapo.pt/S38SdzZldQcZLSKzjYJB
Ainda na ilha de São Miguel «participe» na festa deste grupo de Amigos da «Casa do Triângulo». Será mesmo que «Poder lá isso podia, mas não era a mesma coisa»?
Confira aqui http://videos.sapo.pt/HzrcP5pui9e1WPvtuBBN
E agora venha connosco até à pequena Ilha das Flores, o ponto mais ocidental da Europa, onde já trabalharam alguns Castanheirenses e «confraternize» com outro saudável grupo de Amigos:
http://www.youtube.com/watch?v=pnLtI1p3FUI
Ainda na ilha das Flores delicie-se com esta «soirée das Amigas»:
http://www.youtube.com/watch?v=nEHEAy1fR00&feature=related
Ou «entre» no programa desta respeitável e animada «Noite de Comadres»
http://www.youtube.com/watch?v=iHgYr399dr8
Findo este (per) curso e com a «formatura» assim obtida, será que algo se lhe não desperta no sentido de «reactivar» em Castanheira de Pera os dias de Amigos/Amigas, Compadres/Comadres? Porventura a Confraternização crescia, a Restauração agradecia e a Amizade irradiaria! A nossa terra pode constituir-se em «Capital da Amizade».
TENHA UM BOM DIA DE COMADRES!
FHN.
http://cvc.instituto-camoes.pt/bdc/etnologia/revistalusitana/36/lusitana36_pag_263.pdf
(Lateralmente a obra contém uma referência a Figueiró dos Vinhos na pag. 280). Mas, como é consabido, a tradição não se limita apenas ao Alentejo. Basta uma breve pesquisa google para, ainda hoje, se encontrar vivas manifestações destes eventos em vários pontos do País com diversas formas na sua expressão. Em Castanheira de Pera, dentre as gerações mais antigas, ainda há quem bem se recorde dos “rituais” do «Dia das Comadres». Saberes que importaria preservar.
Agora o que notoriamente se tem de reconhecer é que estes eventos se foram desactivando no Continente, certamente devido à deslocação e dispersão das pessoas dos campos pelas cidades, enquanto nos Açores a tradição se cumpre cada vez com mais intensidade, certamente devido a melhoria das condições de vida e à realidade insular que proporciona uma maior proximidade e solidariedade entre as pessoas. Hoje os tempos são outros relativamente há 70 anos. Do antigo «lauto jantar na casa da mãe de uma amiga» ou do «assalto» em casa particular passou-se agora para o restaurante, onde a alegria e a animação transbordam noite dentro! O Senhor internauta ligue o som, «viaje» até aos Açores e contemple a alegria reinante nesta «Noite de Amigas» 2010 no Faial e em São Miguel. E a final passe ainda por um local do «Dia de Amigos» da ilha Terceira. Tudo neste link oficial:
http://videos.sapo.pt/S38SdzZldQcZLSKzjYJB
Ainda na ilha de São Miguel «participe» na festa deste grupo de Amigos da «Casa do Triângulo». Será mesmo que «Poder lá isso podia, mas não era a mesma coisa»?
Confira aqui http://videos.sapo.pt/HzrcP5pui9e1WPvtuBBN
E agora venha connosco até à pequena Ilha das Flores, o ponto mais ocidental da Europa, onde já trabalharam alguns Castanheirenses e «confraternize» com outro saudável grupo de Amigos:
http://www.youtube.com/watch?v=pnLtI1p3FUI
Ainda na ilha das Flores delicie-se com esta «soirée das Amigas»:
http://www.youtube.com/watch?v=nEHEAy1fR00&feature=related
Ou «entre» no programa desta respeitável e animada «Noite de Comadres»
http://www.youtube.com/watch?v=iHgYr399dr8
Findo este (per) curso e com a «formatura» assim obtida, será que algo se lhe não desperta no sentido de «reactivar» em Castanheira de Pera os dias de Amigos/Amigas, Compadres/Comadres? Porventura a Confraternização crescia, a Restauração agradecia e a Amizade irradiaria! A nossa terra pode constituir-se em «Capital da Amizade».
TENHA UM BOM DIA DE COMADRES!
FHN.
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quinta-feira, fevereiro 11, 2010
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Hello!
Revendo o calendário
Hoje Quinta-Feira dia 11 de Fevereiro de 2010
é DIA DAS COMADRES!
Almanaque CAMPONEZ
Passados que estão o «Dia de Amigos», o «Dia de Amigas» e o «Dia de Compadres» hoje, 5ª feira dia 11 de Fevereiro de 2010, celebra-se o «Dia das Comadres»!
Uma tradição continental muito antiga.
Num texto de 31 de Março de 1937, publicado na «Revista Lusitana» e intitulado «Expressões Populares do Alto-Alentejo», o filólogo seu autor descreve como então se vivia o «Dia de Comadres» (pag. 264) e do «Dia de Compadres» (pag. 267) naquela região alentejana. Este trabalho – com citação na «Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira» (vol.7/207) - encontra-se disponível no site do Instituto Camões em
http://cvc.instituto-camoes.pt/bdc/etnologia/revistalusitana/36/lusitana36_pag_263.pdf
(Lateralmente a obra contém uma referência a Figueiró dos Vinhos na pag. 280).
Mas, como é consabido, a tradição não se limita apenas ao Alentejo. Basta uma breve pesquisa google para, ainda hoje, se encontrar vivas manifestações destes eventos em vários pontos do País com diversas formas na sua expressão.
Em Castanheira de Pera, dentre as gerações mais antigas, ainda há quem bem se recorde dos “rituais” do «Dia das Comadres». Saberes que importaria preservar.
Agora o que notoriamente se tem de reconhecer é que estes eventos se foram desactivando no Continente, certamente devido à deslocação e dispersão das pessoas dos campos pelas cidades, enquanto nos Açores a tradição se cumpre cada vez com mais intensidade, certamente devido a melhoria das condições de vida e à realidade insular que proporciona uma maior proximidade e solidariedade entre as pessoas.
Hoje os tempos são outros relativamente há 70 anos. Do antigo «lauto jantar na casa da mãe de uma amiga» ou do «assalto» em casa particular passou-se agora para o restaurante, onde a alegria e a animação transbordam noite dentro!
O Senhor internauta ligue o som, «viaje» até aos Açores e contemple a alegria reinante nesta «Noite de Amigas» 2010 no Faial e em São Miguel. E a final passe ainda por um local do «Dia de Amigos» da ilha Terceira.
Tudo neste link oficial:
http://videos.sapo.pt/S38SdzZldQcZLSKzjYJB
Ainda na ilha de São Miguel «participe» na festa deste grupo de Amigos da «Casa do Triângulo».
Será mesmo que «Poder lá issso podia, mas não era a mesma coisa»?
Confira aqui http://videos.sapo.pt/HzrcP5pui9e1WPvtuBBN
E agora venha connosco até à pequena Ilha das Flores, o ponto mais ocidental da Europa, onde já trabalharam alguns Castanheirenses e «confraternize» com outro saudável grupo de Amigos:
http://www.youtube.com/watch?v=pnLtI1p3FUI
Ainda na ilha das Flores delicie-se com esta «soirée das Amigas»:
http://www.youtube.com/watch?v=nEHEAy1fR00&feature=related
Ou «entre» no programa desta respeitável e animada «Noite de Comadres»
http://www.youtube.com/watch?v=iHgYr399dr8
Findo este (per)curso e com a «formatura» assim obtida, será que algo se lhe não desperta no sentido de «reactivar» em Castanheira de Pera os dias de Amigos/Amigas, Compadres/Comadres?
Porventura a Confraternização crescia, a Restauração agradecia e a Amizade irradiaria!
A nossa terra pode constituir-se em «Capital da Amizade».
TENHA UM BOM DIA DE COMADRES!
--------------------------------------------------------------------------------
FHN
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quinta-feira, fevereiro 11, 2010
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Dia dos compadres
Eh pessoal!
Revendo o calendário anexo hoje Quinta-Feira dia 4 de Fevereiro de 2010 é
DIA DE COMPADRES!
UMA SAUDAVEL ESPÉCIE EM VIAS DE EXTINÇÃO
PORQUANTO :
«Compadres via casório» - são cada vez mais os «solteiros profissionais»
«Compadres via baptismo» - cada vez há menos neófitos
«Compadres via castanha-afilhada » - Já ninguem sabe hoje o que isso é!
Apesar disso o «Dia de Compadres» ainda se vai celebrando em muitos lugares do Continente,
Açores, Madeira e diáspora
e as tradições de cada região vão-se cumprindo à sua maneira!
Neste «dia de compadres» saudemos os compadres resistentes
e ergamos o nosso cálice a deles ...e à nossa!
Sendo que na próxima semana o copo subirá
em honra das Comadres!
TENHA UM BOM DIA DE COMPADRES!
Revendo o calendário anexo hoje Quinta-Feira dia 4 de Fevereiro de 2010 é
DIA DE COMPADRES!
UMA SAUDAVEL ESPÉCIE EM VIAS DE EXTINÇÃO
PORQUANTO :
«Compadres via casório» - são cada vez mais os «solteiros profissionais»
«Compadres via baptismo» - cada vez há menos neófitos
«Compadres via castanha-afilhada » - Já ninguem sabe hoje o que isso é!
Apesar disso o «Dia de Compadres» ainda se vai celebrando em muitos lugares do Continente,
Açores, Madeira e diáspora
e as tradições de cada região vão-se cumprindo à sua maneira!
Neste «dia de compadres» saudemos os compadres resistentes
e ergamos o nosso cálice a deles ...e à nossa!
Sendo que na próxima semana o copo subirá
em honra das Comadres!
TENHA UM BOM DIA DE COMPADRES!
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quinta-feira, fevereiro 04, 2010
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Crónica da Fraga no Castanheirense.

(O Castanheirense / Crónica da Fraga)
Ordenanças e Milícias
· As «Capitanias-Mores» em redor da Serra da Lousã
· Os Capitães de Ordenanças «da Castanheira e Contrais».
1. As Companhias de Ordenanças
O recrutamento de mancebos para a prestação do serviço militar nem sempre se operou como nós o conhecemos das últimas décadas.
Durante um longo período de 264 anos, entre 1570 (reinado de D. Sebastião) e 1834 (reinado de D. Maria II), vigorou em Portugal o sistema das Ordenanças e Milícias, cujo regime de organização e funcionamento se encontra acessível em http://www.arqnet.pt/exercito/orgorden.html.
«As Ordenanças e as Milícias estiveram durante mais de dois séculos no quotidiano de todas as famílias portuguesas. Não existirá nenhuma que não conte entre os seus membros oficiais e soldados destes corpos».
Em síntese, em todas as «cidades, vilas e concelhos» foram criadas capitanias-mores de ordenanças, chefiadas pelo respectivo capitão-mor, geralmente o alcaide-mor ou o senhor da terra, co-adjuvado por um sargento-mor.
Cada capitania-mor desdobrava-se em várias companhias de ordenanças distribuídas pelo município conforme a dispersão geográfica e a densidade populacional deste.
Cada companhia de ordenanças era chefiada pelo respectivo capitão de ordenanças, assistido por um alferes, um sargento, um meirinho, um escrivão e dez cabos.
O capitão-mor prestava juramento ao Rei e o capitão de ordenanças prestava juramento ao capitão-mor, conforme o formalismo prescrito no «Regimento dos Capitães-Mores» acessível em http://www.arqnet.pt/exercito/1570capitaesmores.html .
Conhecedores de toda a gente do meio a missão dos capitães de ordenanças era a de «proceder ao enquadramento de toda a população masculina residente não privilegiada», arrolando e registando em Livro próprio todos os homens existentes na sua área, entre os 18 e 60 anos (idade variável no tempo) e ministrar-lhes treino de campo, de modo a estarem todos preparados a integrar as tropas de linha. Todos, excepto os privilegiados e que discricionariamente eram muitos.
Geralmente cada «Companhia de Ordenanças» compunha-se de 250 homens, subdivididos por 10 Esquadras de 25 homens cada. Mas nem sempre assim era, isso dependia das distâncias e do número de homens existentes.
Havia instrução regularmente aos domingos e feriados e duas vezes por ano (Primavera e Outono) havia revista (alardo) do capitão-mor. Estes homens alistados continuavam no entanto a ser considerados paisanos (civis).
Nessa época as forças militares compreendiam grosso modo:
A tropa de 1ª linha = constituída pelo Exército, que fazia a guerra.
A tropa de 2ª linha = construída pelas Milícias (espécie de GNR de hoje).
As «ordenanças» constituíam então a fonte de recrutamento (por escolha) quer para o exército quer para as milícias.
(Ordenanças eram os homens que estavam às ordens).
Os «Capitães de Ordenanças» não eram necessariamente militares.
Eram pessoas «eleitas» em sessão de Câmara dentre a «principalidade» da terra.
Estes títulos eram algo honoríficos, os cargos tendencialmente vitalícios e mantinham-se por vezes na mesma família durante décadas.
Os capitães-mores detinham um poder imenso e as suas arbitrariedades determinaram críticas de vária ordem e o cansaço das populações. Pertinente estudo encontra-se acessível em http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223379437F7vPI5ke3Qt81XR1.pdf.
O sistema acabou extinto por Decreto de 20/7/1832, em nome da rainha.
2. Os Capitães de Ordenanças «da Castanheira e Contrais»
Num primeiro volume recentemente publicado (2006) intitulado «As Ordenanças e as Milícias em Portugal – Subsídios para o seu Estudo», da autoria do Dr. Nuno Gonçalo Pereira Borrego, edição da «Guarda-Mor – Editores Livreiros» cuja capa se encontra acessível em http://www.guardamor.com.pt/livro.php?id=440,
encontram-se sumariados cerca de 350 diplomas legais pertinentes a toda esta época e ainda desenvolvidamente publicadas as listas de oficiais de ordenanças e milícias por cada capitania-mor ou regimento do Reino (Continente, Açores e Madeira), num total de cerca de 16.500 oficiais em exercício no período de tempo compreendido entre 1756-1833 (1º volume). A listagem do período anterior (1570-1756) ficou para um anunciado 2º/Volume.
Em 1833 havia em Portugal continental 435 capitanias-mores e 2.461 companhias de ordenanças.
Todo o território nacional esteve abrangido pelas Ordenanças, daí que também as freguesias da Castanheira e Coentral o tivessem estado necessariamente.
Da respectiva listagem resulta que, da Capitania-Mor de Pedrógão Grande, terá estado aqui instalada a 3ª Companhia de Ordenanças, com os seus Capitães de Ordenanças «da freguesia da Castanheira e Contrais» ou «de São Domingos da Castanheira» e seus assessores.
A História destes homens está ainda por fazer. Quem foram, onde moravam, sua personalidade e conduta.
Assim como o levantamento das listas dos homens por si elaboradas o que, além do mais, nos daria uma ideia sobre o povoamento de cada uma das nossas aldeias à época do Rei D. Sebastião (1570-1578) e anos seguintes.
3. As listagens
Em redor da Serra da Lousã, houve várias capitanias-mores. Umas donatárias da Coroa, como Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Ansião, Alvaiázere, Miranda do Corvo, Lousã, Arganil, Góis e outras, mais distantes, donatárias da Casa do Infantado como Álvaro, Oleiros, Sertã, Proença-a-Nova, Chão de Couce.
Sendo que por vezes o mesmo capitão-mor acumulava o cargo de duas ou mais capitanias-mores.
As listagens dos Oficiais de Ordenanças das Capitanias-Mores de Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Lousã e Góis, municípios com os quais o concelho de Castanheira de Pera confina territorialmente, são algo semelhantes.
Fica aqui a listagem da Capitania-Mor de Pedrógão Grande, com a devida vénia extraída da referida obra «As Ordenanças e as Milícias em Portugal, Subsídios para o seu Estudo»:
Pag. 299 .
Como referido acima esta listagem corresponde apenas ao período de tempo compreendido entre 1756-1833. O período anterior (1570-1756) ficou para o 2º volume. Igualmente para o 2º volume ficaram as listagens da Casa do Infantado.
4. Oficiais de Milícias em Figueiró dos Vinhos
No tocante às Milícias - que não houve nos Açores - de conformidade com a mesma edição em 1806 havia em Portugal continental 48 Regimentos de Milícias, sendo os mais próximos da Castanheira os Regimentos de Milícias da Lousã, de Arganil e de Tomar.
O Regimento de Milícias da Lousã, que integrara 137 oficiais, era certamente o Regimento com competência territorial na área que hoje constitui os concelhos de Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos e Pedrógão Grande.
Dentre a sua oficialidade constam como residentes em Figueiró dos Vinhos três oficiais (1 capitão, 1 tenente, 1 alferes), eventualmente cinco (mais 2 alferes), todos com a indicação de «8ª)». Daqui se inferindo que em 1806 terá estado instalada em Figueiró dos Vinhos a 8ª Companhia de Milícias do Regimento da Lousã.
Quanto a Castanheira de Pera e Pedrógão Grande possivelmente haveria aqui apenas esquadras de milícias comandadas por cabos. É matéria a indagar.
5. Castanheira de Pera / Blogue temático
Relativamente a todo o país o autor dos «Subsídios» deixa uma sugestão:
«Se eventualmente se pretender um estudo mais completo sobre esta matéria, caberá aos Municípios – ou outros estudiosos - providenciar o estudo dos seus livros de vereação e de outras fontes documentais locais».
Relativamente à freguesia «da Castanheira e Contrais» diremos mais que, na vida de uma freguesia 1833 ainda foi “ontem” pelo que das Ordenanças provavelmente ainda haverá saberes orais arquivados na memória das gentes que, se não forem despertados, acabarão por se perder no tempo.
Daí o recuperar-se a ideia da criação de um blogue temático que porventura poderia denominar-se «Castanheira de Pera História e Toponímica».
A ideia irá certamente fazer o seu percurso.
Bibliografia:
AS ORDENANÇAS E AS MILICIAS EM PORTUGAL Subsídios para o seu Estudo / Nuno Borrego / Guarda-mor.
HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS E DO PODER LOCAL / César Oliveira / Circulo de Leitores
HISTORIA DOS AÇORES / Instituto Açoriano de Cultura/2008
Ordenanças e Milícias
· As «Capitanias-Mores» em redor da Serra da Lousã
· Os Capitães de Ordenanças «da Castanheira e Contrais».
1. As Companhias de Ordenanças
O recrutamento de mancebos para a prestação do serviço militar nem sempre se operou como nós o conhecemos das últimas décadas.
Durante um longo período de 264 anos, entre 1570 (reinado de D. Sebastião) e 1834 (reinado de D. Maria II), vigorou em Portugal o sistema das Ordenanças e Milícias, cujo regime de organização e funcionamento se encontra acessível em http://www.arqnet.pt/exercito/orgorden.html.
«As Ordenanças e as Milícias estiveram durante mais de dois séculos no quotidiano de todas as famílias portuguesas. Não existirá nenhuma que não conte entre os seus membros oficiais e soldados destes corpos».
Em síntese, em todas as «cidades, vilas e concelhos» foram criadas capitanias-mores de ordenanças, chefiadas pelo respectivo capitão-mor, geralmente o alcaide-mor ou o senhor da terra, co-adjuvado por um sargento-mor.
Cada capitania-mor desdobrava-se em várias companhias de ordenanças distribuídas pelo município conforme a dispersão geográfica e a densidade populacional deste.
Cada companhia de ordenanças era chefiada pelo respectivo capitão de ordenanças, assistido por um alferes, um sargento, um meirinho, um escrivão e dez cabos.
O capitão-mor prestava juramento ao Rei e o capitão de ordenanças prestava juramento ao capitão-mor, conforme o formalismo prescrito no «Regimento dos Capitães-Mores» acessível em http://www.arqnet.pt/exercito/1570capitaesmores.html .
Conhecedores de toda a gente do meio a missão dos capitães de ordenanças era a de «proceder ao enquadramento de toda a população masculina residente não privilegiada», arrolando e registando em Livro próprio todos os homens existentes na sua área, entre os 18 e 60 anos (idade variável no tempo) e ministrar-lhes treino de campo, de modo a estarem todos preparados a integrar as tropas de linha. Todos, excepto os privilegiados e que discricionariamente eram muitos.
Geralmente cada «Companhia de Ordenanças» compunha-se de 250 homens, subdivididos por 10 Esquadras de 25 homens cada. Mas nem sempre assim era, isso dependia das distâncias e do número de homens existentes.
Havia instrução regularmente aos domingos e feriados e duas vezes por ano (Primavera e Outono) havia revista (alardo) do capitão-mor. Estes homens alistados continuavam no entanto a ser considerados paisanos (civis).
Nessa época as forças militares compreendiam grosso modo:
A tropa de 1ª linha = constituída pelo Exército, que fazia a guerra.
A tropa de 2ª linha = construída pelas Milícias (espécie de GNR de hoje).
As «ordenanças» constituíam então a fonte de recrutamento (por escolha) quer para o exército quer para as milícias.
(Ordenanças eram os homens que estavam às ordens).
Os «Capitães de Ordenanças» não eram necessariamente militares.
Eram pessoas «eleitas» em sessão de Câmara dentre a «principalidade» da terra.
Estes títulos eram algo honoríficos, os cargos tendencialmente vitalícios e mantinham-se por vezes na mesma família durante décadas.
Os capitães-mores detinham um poder imenso e as suas arbitrariedades determinaram críticas de vária ordem e o cansaço das populações. Pertinente estudo encontra-se acessível em http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223379437F7vPI5ke3Qt81XR1.pdf.
O sistema acabou extinto por Decreto de 20/7/1832, em nome da rainha.
2. Os Capitães de Ordenanças «da Castanheira e Contrais»
Num primeiro volume recentemente publicado (2006) intitulado «As Ordenanças e as Milícias em Portugal – Subsídios para o seu Estudo», da autoria do Dr. Nuno Gonçalo Pereira Borrego, edição da «Guarda-Mor – Editores Livreiros» cuja capa se encontra acessível em http://www.guardamor.com.pt/livro.php?id=440,
encontram-se sumariados cerca de 350 diplomas legais pertinentes a toda esta época e ainda desenvolvidamente publicadas as listas de oficiais de ordenanças e milícias por cada capitania-mor ou regimento do Reino (Continente, Açores e Madeira), num total de cerca de 16.500 oficiais em exercício no período de tempo compreendido entre 1756-1833 (1º volume). A listagem do período anterior (1570-1756) ficou para um anunciado 2º/Volume.
Em 1833 havia em Portugal continental 435 capitanias-mores e 2.461 companhias de ordenanças.
Todo o território nacional esteve abrangido pelas Ordenanças, daí que também as freguesias da Castanheira e Coentral o tivessem estado necessariamente.
Da respectiva listagem resulta que, da Capitania-Mor de Pedrógão Grande, terá estado aqui instalada a 3ª Companhia de Ordenanças, com os seus Capitães de Ordenanças «da freguesia da Castanheira e Contrais» ou «de São Domingos da Castanheira» e seus assessores.
A História destes homens está ainda por fazer. Quem foram, onde moravam, sua personalidade e conduta.
Assim como o levantamento das listas dos homens por si elaboradas o que, além do mais, nos daria uma ideia sobre o povoamento de cada uma das nossas aldeias à época do Rei D. Sebastião (1570-1578) e anos seguintes.
3. As listagens
Em redor da Serra da Lousã, houve várias capitanias-mores. Umas donatárias da Coroa, como Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Ansião, Alvaiázere, Miranda do Corvo, Lousã, Arganil, Góis e outras, mais distantes, donatárias da Casa do Infantado como Álvaro, Oleiros, Sertã, Proença-a-Nova, Chão de Couce.
Sendo que por vezes o mesmo capitão-mor acumulava o cargo de duas ou mais capitanias-mores.
As listagens dos Oficiais de Ordenanças das Capitanias-Mores de Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Lousã e Góis, municípios com os quais o concelho de Castanheira de Pera confina territorialmente, são algo semelhantes.
Fica aqui a listagem da Capitania-Mor de Pedrógão Grande, com a devida vénia extraída da referida obra «As Ordenanças e as Milícias em Portugal, Subsídios para o seu Estudo»:
Pag. 299 .
Como referido acima esta listagem corresponde apenas ao período de tempo compreendido entre 1756-1833. O período anterior (1570-1756) ficou para o 2º volume. Igualmente para o 2º volume ficaram as listagens da Casa do Infantado.
4. Oficiais de Milícias em Figueiró dos Vinhos
No tocante às Milícias - que não houve nos Açores - de conformidade com a mesma edição em 1806 havia em Portugal continental 48 Regimentos de Milícias, sendo os mais próximos da Castanheira os Regimentos de Milícias da Lousã, de Arganil e de Tomar.
O Regimento de Milícias da Lousã, que integrara 137 oficiais, era certamente o Regimento com competência territorial na área que hoje constitui os concelhos de Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos e Pedrógão Grande.
Dentre a sua oficialidade constam como residentes em Figueiró dos Vinhos três oficiais (1 capitão, 1 tenente, 1 alferes), eventualmente cinco (mais 2 alferes), todos com a indicação de «8ª)». Daqui se inferindo que em 1806 terá estado instalada em Figueiró dos Vinhos a 8ª Companhia de Milícias do Regimento da Lousã.
Quanto a Castanheira de Pera e Pedrógão Grande possivelmente haveria aqui apenas esquadras de milícias comandadas por cabos. É matéria a indagar.
5. Castanheira de Pera / Blogue temático
Relativamente a todo o país o autor dos «Subsídios» deixa uma sugestão:
«Se eventualmente se pretender um estudo mais completo sobre esta matéria, caberá aos Municípios – ou outros estudiosos - providenciar o estudo dos seus livros de vereação e de outras fontes documentais locais».
Relativamente à freguesia «da Castanheira e Contrais» diremos mais que, na vida de uma freguesia 1833 ainda foi “ontem” pelo que das Ordenanças provavelmente ainda haverá saberes orais arquivados na memória das gentes que, se não forem despertados, acabarão por se perder no tempo.
Daí o recuperar-se a ideia da criação de um blogue temático que porventura poderia denominar-se «Castanheira de Pera História e Toponímica».
A ideia irá certamente fazer o seu percurso.
Bibliografia:
AS ORDENANÇAS E AS MILICIAS EM PORTUGAL Subsídios para o seu Estudo / Nuno Borrego / Guarda-mor.
HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS E DO PODER LOCAL / César Oliveira / Circulo de Leitores
HISTORIA DOS AÇORES / Instituto Açoriano de Cultura/2008
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segunda-feira, fevereiro 01, 2010
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Francisco Henriques Neves
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Hoje é dia de AMIGOS


Hello!
HOJE É DIA DE AMIGOS
Hoje, dia 21 de Janeiro de 2010 é «5ª Feira de Amigos». A efeméride vive-se particularmente nos Açores, onde logo à noite ao jantar nos restaurantes e Sociedades só convivem homens. Sendo que na próxima semana será o «Dia de Amigas» e então na festa só entram mulheres. Os Castanheirenses que estão ou estiveram nos Açores, nomeadamente nas Ilhas de São Miguel, Terceira, Pico e Faial bem conhecem estes envolvimentos.
Para o corrente Ano 2010 o Calendário da Amizade e do Compadrio é o seguinte:
5ª Feira dia 21/1 - Dia de Amigos
5ª Feira dia 28/1 - Dia de Amigas
5ª Feira dia 04/2 - Dia de Compadres
5ª Feira dia 11/2 - Dia de Comadres
Mas confira no Repertório:
Almanaque CAMPONEZ. (Para melhor visualização eleve o zoom para 150%)
Páginas extraídas do Almanaque CAMPONEZ para 2010 que se publica na cidade de Angra do Heroísmo – Açores e que vai no seu 93º Ano de Publicação. Quase 100 anos a fazer Amizade!
*****
Estas tradições, que se foram apagando no Continente, mantêm-se bem vivas nas nove Ilhas dos Açores e em alguns núcleos da sua diáspora nos Estados Unidos, Canadá e Brasil.
Em Castanheira de Pera, dentre as pessoas mais ou menos idosas, ainda há quem bem se recorde do «Dia das Comadres».
Hoje em Castanheira de Pera, (onde no dizer de Carlos Coelho “até os inimigos são nossos amigos”), como em todo o Mundo onde houver Castanheirenses, celebremos o «Dia dos Amigos», ergamos o nosso Cálice constituindo assim uma Rede da Amizade conectada pelo «Notícias de Castanheira de Pera - Portugal».
À nossa!
*****
Tips! Pesquisando «dia de amigos, amigas, compadres, comadres» no google encontra-se desenvolvida informação acerca destes eventos.
FHN.
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quinta-feira, janeiro 21, 2010
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terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Boas Festas

Merry Christmas and a Happy New Year!
Ao Amigo Carlos Coelho, na qualidade de Administrador, ao Amigo Carlos Searas na qualidade de Administrador-Adjunto e a todos os Ex.mos Colaboradores e Visitantes do blogue «Notícias de Castanheira de Pera - Portugal», hoje um elo de ligação entre muitos Castanheirenses espalhados pelo Mundo que desejam saber noticias da sua terra, auguramos um Santo Natal e um Feliz Ano Novo.
Que o ano de 2010 seja um Ano Bom para Castanheira de Pera e suas gentes!
Que o ano de 2010 seja também em Portugal um Bom Ano de JUSTIÇA para quem dela careça!
E que o Blogue «Noticias de Castanheira de Pera - Portugal» continue a sua expansão pelo Mundo!
Um Abraço Amigo,
F.H.N.
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terça-feira, dezembro 22, 2009
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Dr. Juiz Desembargador Jubilado Francisco Henriques das Neves-Porto Salgueirinho - Castanheira de Pera - Portugal
Dr. Juiz Desembargador Jubilado Francisco Henriques das Neves-Porto Salgueirinho - Castanheira de Pera - PortugalDr.Juiz Francisco Henriques das Neves e oCarlos Searas em amena cavaqueira no Cortiço- Castanheira de Peraesta tarde (14 de Maio de 2008 às 16H25 locais)Postado por Noticias de Castanheira de Pera - Portugal às Quarta-feira, Maio 14, 2008 0 comentários


Dr. Juiz Desembargador Jubilado Francisco Henriques das Neves-Porto Salgueirinho - Castanheira de Pera - PortugalDr.Juiz Francisco Henriques das Neves e oCarlos Searas em amena cavaqueira no Cortiço- Castanheira de Peraesta tarde (14 de Maio de 2008 às 16H25 locais)Postado por Noticias de Castanheira de Pera - Portugal às Quarta-feira, Maio 14, 2008 0 comentários
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segunda-feira, novembro 30, 2009
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